A obra foi contratada por R$ 949 milhões pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), mas seu custo final, incluindo reajustes e intervenções complementares, como obras complementares no entorno, já passou de R$ 1,2 bilhão em recursos públicos. Outro montante significativo foi gasto na contratação de serviços. Somente com mobiliário e divisórias foram desembolsados R$ 78,6 milhões. Quando da apresentação do projeto, em julho de 2004, o gasto global estava estimado em cerca de R$ 500 milhões.

O que causa rumores entre os mineiros é o fato de uma obra tão cara e não necessária ser feita às vésperas das eleições.

Outros milhões de Reais também foram gastos em publicidade, o que somado ao investimento feito no “Centro Administrativo”, daria para solucionar o grande déficit na saúde e moradia em Mina Gerais.

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Enquanto isso, os mineiros pagam a conta de energia mais cara do Brasil.


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