“Melhor do ano” Você pagaria para ter este título?

Destacar-se no mercado é um objetivo unânime entre empresas e profissionais liberais.

O que muitos esquecem é que a qualidade do produto, bom atendimento e bom preço é obrigação de qualquer pessoa jurídica que se dispõe a atuar no comércio de produtos e/ou serviços.

De acordo com o SEBRAE, um número expressivo de empresas encerram suas atividades ainda no primeiro ano de existência. Falta de capital de giro, má gestão administrativa e péssimo atendimento ao cliente são fatores que atuam diretamente para que exista taxas tão elevadas de encerramento de empresas.

Encantar, fidelizar e respeitar o cliente é fundamental para uma ação eficiente de marketing, mas é algo difícil de se encontrar entre empresas que detem uma má administração e não se preocupam com inovação tecnológica e de processos. Ao se depararem com a perda de espaço comercial,  muitos administradores apelam para a compra de títulos de “melhor do ano”, acreditando que estão desenvolvendo uma ação de marketing e acabam tangendo a marca de “pior do ano” no nome da empresa.

Além dos métodos serem, de certa forma, duvidosos quanto aos critérios de escolha e premiação, tais empresas que promovem esse tipo de evento não possuem nenhuma qualificação de julgamento.

A escolha séria e imparcial das melhores empresas é de grande importância, mas isso só será possível se houver uma pesquisa com critérios para a avaliação e não haver nenhum ônus, assim, assegura-se que apenas as melhores empresas e profissionais recebam tal prêmio.

A tecnologia no ambiente organizacional não significa apenas informatização, mas adequações de medidas e processos dentro da empresa, fazendo com que a mesma se destaque de forma natural.

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