CAPINÓPOLIS, PONTAL MINEIRO – As duas usinas do grupo JL, do deputado federal João Lyra, instaladas no Triângulo Mineiro não estão produzindo e a situação financeira do grupo falido tente a se agravar.

Há algum tempo o grupo deixou de efetuar o recolhimento dos valores referente ao Fundo de Garantia por tempo de Serviço (FGTS) dos funcionários, mas o ministério do Trabalho, por omissão, nada tem feito sobre o assunto. A falta dos depósito já caracteriza direito do trabalhador a requerer a rescisão indireta como forma de desligamento da empresa.

Desde Novembro de 2013, os salários dos trabalhadores das usinas ficou atrasado e alguns trabalhadores optaram pela rescisão indireta na tentativa de receber o FGTS e o seguro desemprego para garantir o pagamento de necessidades básicas como água, energia elétrica e claro, alimentação.

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Uma colaboradora da usina Vale do Paranaíba, instalada na MGT-226 entre Capinópolis e Ipiaçu, que entrou com pedido judicial de rescisão indireta, que teriam o benefício do Fundo de Garantia por tempo de Serviço (FGTS) de aproximadamente R$ 15 Mil, levou um susto ao ver que havia depositado apenas R$1.050,00 e este valor ainda teria que ter um desconto de 25% referente aos honorários advocatícios.

A falta de compromisso e respeito ao trabalhador é amparada pelos olhos vedados da justiça brasileira, que puni o pequeno empresário impiedosamente e deixa grandes organizações lesando o pobre funcionário.

O novo administrador judicial da massa falida Laginha Agro Industrial tem como prioridade e venda de ativos da empresa e pagamento de credores e pessoal.


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