Em outubro de 2012, Silvia Sacuno ganhou festa-surpresa de JL
Em outubro de 2012, Silvia Sacuno ganhou festa-surpresa de JL

Uma grave denúncia de desvio de dinheiro afunda ainda mais o grupo João Lyra na lama da incompetência. Com uma dívida estimada em R$ 2 Bilhões, o deputado federal João Lyra foi afastado formalmente de suas funções de presidente do Grupo JL. Ao final do processo, João Lyra receberá de volta o que sobrar de suas empresas após pagamento dos credores, mas ao que parece, alguém ainda dá as cartas no jogo sujo do grupo JL.

As informações são do jornal EXTRA DE ALAGOAS

Segundo o jornal, a denúncia foi levada ao conhecimento do juiz da Comarca de Coruripe, onde tramita o processo de falência das usinas do deputado federal João Lyra (PSD),e foi feita há pouco mais de três meses por um ex-diretor do grupo, Tadeu Azevedo Pereira de Lyra, sobrinho do parlamentar e também um de seus maiores desafetos.

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Filho de Francisco Fernando Pereira de Lyra, um dos irmãos de João Lyra, Tadeu Lyra vive hoje no Paraná e desde o final de março tem postado mensagens em redes sociais e enviado e-mail a dezenas de representantes da sociedade civil, incluindo a Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas, autoridades do Judiciário e veículos de comunicação afirmando textualmente que recursos da Massa Falida da Laginha foram desviados para o exterior através de uma antiga e fiel colaboradora de João Lyra, a ex-assessora da presidência do Grupo JL Silvia Hiromi Sacuno.

O Grupo JL ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Denúncia envolve Massa Falida da Laginha e foi encaminhada à Justiça pelo Ministério Público do Trabalho.

Recentemente João Lyra atacou o governo da presidente Dilma e se fez de vítima ao dizer “Vivo no meu escritório cercado por vândalos que querem toda hora perseguir, fazer isso e aquilo. E não posso apelar ao governo. O mínimo que pode acontecer é o governo se avacalhar e virar vândalo também”.

Muitos funcionários da empresa de outros Estados que migraram para a região,  não tem condições de voltar à terra natal e muitos não tem condições de comprar comida, mesmo assim, são chamados de vândalos quando lutam para receber o salário por qual trabalharam.