(direita) Mário Flabes, Jorginho e Cleidimar Zanotto
(direita) Mário Flabes, Jorginho e Cleidimar Zanotto

Ocorreu na manhã desta quinta-feira (5), na cidade de Coruripe (AL), mais uma reunião para definir o destino das empresas do falido Grupo João Lyra.

Representantes de Capinópolis viajaram à Alagoas para representar os interesses do município na assembléia de credores junto à promotoria, neste ato, representada pelo  juiz Mauro Bauldini.

A reunião teve início por volta das 10h30m e o vereador Capinopolense Cleidimar Zanotto teve direito a voto na assembléia por meio de procuração e representou os trabalhadores rurais do Município de Capinópolis. O vice-prefeito de Capinópolis Jorge Jacob e o vereador Mário Flabes também acompanharam a assembléia que reuniu credores de Alagoas e Minas Gerais.

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Um comitê foi formado para ouvir os credores e seus anseios e isso auxiliará o juiz na tomada de decisão, a venda unidades parece o mais provável.

Segundo Cleidimar Zanotto, o interesse dos credores é que a venda das usinas seja concretizada o mais breve possível. Atualmente, um grande grupo sucroalcooleiro apresentou interesse em adquirir as usinas Vale do Paranaíba e Triálcool, ambas instaladas no Pontal do Triângulo Mineiro.

“O juiz apresentou interesse e resolver a situação o mais breve possível, mas sabemos que trata-se de algo complexo. Isso é um grande passo rumo ao restabelecimento da economia dos pequenos municípios da região do Pontal do Triângulo Mineiro como Capinópolis, Ipiaçu, Cachoeira Dourada, Canápolis e Ituiutaba”, disse o vereador Cleidimar Zanotto.

O vice-prefeito Jorginho, que representou a prefeita de Capinópolis Dinair Isaac, ressaltou o interesse do governo municipal na retomada das atividades da usina Vale do Paranaíba para restabelecer postos de trabalhos perdidos e também que seja quitada a dívida tributária que a empresa tem com o município. O departamento jurídico da prefeitura deverá entrar com ação judicial nos próximos dias para que Capinópolis possa participar como um dos credores no processo.

A venda ou arrendamento das unidades do Grupo João Lyra andam a passos lentos, mesmo sabendo das dificuldades de milhares de trabalhadores, a assembléia não apresentou algo concreto para solucionar o problema.

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