Kesia Cardoso estava desaparecida desde a última sexta-feira (16) (Foto: Divulgação)
Kesia Cardoso estava desaparecida desde a última sexta-feira (16/01/15) (Foto: Divulgação)

UBERLÂNDIA, TRIÂNGULO MINEIRO – Um jovem de 23 anos suspeito de matar a empresária do Estado de Tocantins,  Késia Freitas Cardoso, de 26 anos, na última sexta-feira (16), confessou a autoria do crime na tarde desta quinta-feira (22).

A empresária fazia programas sexuais em Uberlândia e foi encontrada morta em um latão de lixo próximo a uma oficina mecânica. Iron Guilherme Alves confessou que contratou a garota em um site de garotas de programa de Uberlândia por R$ 200,00 e teria matou a garota devido a um desacordo em relação ao tempo de programa. O depoimento do suspeito foi cedido ao delegado de Homicídios da Polícia Civil (PC), Matheus Reis Ponsancini.

 “Ele afirmou que ela chegou atrasada ao o local combinado e informou que ele só teria 20 minutos de programa, ao invés da uma hora combinada. Ele não concordou e eles começaram a discutir no quarto. Ela se despiu e ele saiu para a cozinha, para beber água. Nesse momento, segundo ele, ela o golpeou com uma “gravata” e ele, para se desvencilhar, alcançou uma faca e a lançou para trás, atingindo o pescoço da jovem”, afirmou.

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Outras diligências para colher provas foram realizadas nesta quinta-feira (22) à noite, no local do crime.

Corpo de empresária foi encontrada em latão no Distrito Industrial (Foto: Polícia Militar MG/Divulgação)
Corpo de empresária foi encontrada em latão no Distrito Industrial (Foto: Polícia Militar MG/Divulgação)

O inquérito do caso deverá ser concluído em até dez dias e remetido à Justiça.

Nesse momento, de acordo com o depoimento, ela afrouxou o golpe, e seguiu ferida para o quarto, onde caiu já sem vida. “Ao perceber que ela não se mexia, o rapaz a cobriu com um lençol, transportou o corpo até o porta-malas do carro, que estava na garagem, e seguiu rumo a oficina mecânica no bairro Nossa Senhora das Graças, da qual seu pai é gerente. Depois do fim do expediente, ele teria colocado o corpo no latão e, no dia seguinte, o transportado para o Distrito Industrial em uma pick-up do estabelecimento”, disse.

Ainda segundo a PC, o suspeito vive com uma mulher, que está no oitavo mês de gestação da primeira filha do casal, e não tem passagens pelo sistema prisional.

 


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