Argemiro Brant Ramos, 26 anos, foi morto com tiro na cabeça, a queima roupa, na noite de sábado
Argemiro Brant Ramos, 26 anos, foi morto com tiro na cabeça, a queima roupa, na noite de sábado

UBERABA, TRIÂNGULO MINEIRO – O ex-jogador do Uberaba Sport Clube (USC), Argemiro Brant Ramos, 26 anos, foi morto com tiro a queima roupa na cabeça. O crime aconteceu na noite de sábado (28), no bairro Serra Dourada. A vítima estava em uma calçada no cruzamento da rua Leopoldo Pardi com avenida José Solé Filho, quando autor chegou e colocou a arma na cabeça do ex-jogador do USC e atirou. Ninguém quis passar informações sobre a autoria do crime. Um homem embriagado foi preso ao agredir o perito criminal e os policiais militares que trabalhavam no local.

De acordo com o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), o assassinato ocorreu às 22h50, quando um homem usando capuz se aproximou da vítima e disparou um único tiro a queima roupa, acertando na cabeça. Em seguida o autor fugiu. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e o médico constatou o óbito. A Perícia Criminal da Polícia Civil esteve na cena do crime colhendo provas materiais e fazendo imagens. Enquanto o perito realizava os trabalhos periciais, o desocupado V.P.O.J., 30, invadiu a fita de isolamento (zebrada) e tentou agredir o perito criminal da Polícia Civil, chegando a jogar um copo de cerveja em seu corpo. Ao ser contido por policiais militares, o autor ainda desferiu xingamentos, ameaças de morte e quebrou o vidro traseiro da viatura da Polícia Militar ao se debater no interior do carro de polícia, instigando outras pessoas a atrapalhar o trabalho dos policiais militares e perícia técnica. Outras três pessoas também foram presas por tentarem impedir que o desocupado V.P.O.J. fosse preso. O corpo do ex-jogador do USC foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exame de necropsia. De acordo com a Polícia Militar, ninguém quis dar informações sobre o homicídio, permanecendo um “pacto de silêncio”. A 3ª Delegacia de Polícia Civil começa a investigar a execução ainda hoje.

JM

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