29082016-ex fumanteNesta segunda,  29 de agosto, é comemorado no Brasil o Dia Nacional de Combate ao Fumo.  De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgados pelo portal Brasil Escola,  o tabagismo é a principal causa de morte evitável no planeta tornando-se  um problema de saúde pública.  Só no Brasil são cerca de  200 mil pessoas mortas por ano em decorrência do fumo; no mundo todo o número salta para 4,9 milhões de pessoas.

A saúde é um dos fatores que levaram o franqueado da Fast Açaí, Ciro Santana, 34, a parar de fumar. Ele explica que começou a fumar ainda aos 12 anos de idade por incentivo de amigos. Entre idas e vindas, permaneceu no vicio por 10 anos, chegou a fumar 40 cigarros por dia.

“Eu parei de fumar do dia pra noite. Estava muito doente, por conta disso, ao tentar colocar um cigarro na boca, me veio uma sensação muito ruim e eu enjoei. Desde então, toda vez que sinto o cheiro do cigarro, meu estômago já  embrulha”, conta.

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Bom para a sua saúde e sua vida profissional. Ele hoje possui duas lojas da Fast Açaí, franquia de alimentação saudável, uma em Goiânia e outra em Piracanjuba. “Na época que parei de fumar, ainda não tinha a franquia. Mas vejo que, mesmo tendo interrompido esse vício há seis anos, isso trouxe desdobramento positivo para meu negócio, pois não vejo como incentivar uma pessoa a ter uma alimentação saudável, se estivesse aqui mostrando o oposto”, diz.

O corretor da URBS RT Lançamentos Imobiliários, Ronaldo Madella, 53, também permaneceu no vício por muito tempo, foram 33 anos no total. Após muitas queixas da família e dos colegas de trabalho decidiu parar. Ele conta que fumava até 3 carteiras de cigarros por dia. “Quando saia para beber sempre fumava mais, mas não tinha hora certa, fumava o dia todo. A noite eu evitava um pouco por conta da família, ninguém em casa era fumante”, explica.

Ele lembra que tentou várias vezes recorrer a medicamentos para parar com o vício, mas nada resolveu. Mas de tanto o chefe pegar no pé e pedir para ele deixar o cigarro, conta que acabou aceitando o desafio. Apenas com força de vontade e autocontrole, parou. “Há um ano e dois meses, não sei mais o que é o gosto do cigarro, nem pretendo voltar a senti-lo novamente”, ressalta.


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