Novos investigadores da Polícia Civil começam a atuar na região

Investigadores foram presos após operação do MPMG (Foto: Reprodução/TV Integração)
Investigadores foram presos após operação do MPMG
(Foto: Reprodução/TV Integração)

Começaram a trabalhar nesta segunda-feira (19), no Triângulo Mineiro, 47 novos investigadores da Polícia Civil. De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Civil, dos novos empossados, 29 vão atuar em Uberlândia e 18 na regional de Uberaba. Eles foram aprovados no concurso de nível superior realizado em 2014.

Entre as funções dos 945 empossados está: cumprir e formalizar diligências policiais, mandados e outras determinações do delegado de Polícia, analisar, pesquisar, classificar e processar dados e informações para a obtenção de vestígios e indícios probatórios relacionados a infrações penais e administrativas; desenvolver ações necessárias para a segurança das investigações; entre outras.

De acordo com o delegado responsável pela regional de Uberaba, Heli Andrade, dos empossados para a região três estão atuando em Conceição das Alagoas e dois em Campo Florido.

“Os novos designados serão distribuídos em todas as delegacias. Para atender com satisfação a regional de Uberaba seria necessário cerca de 40 policiais, mas sem dúvidas os que já estão conosco nos ajudarão bastante”, concluiu Heli.
A reportagem entrou em contato por telefone com o delegado regional de Uberlândia, Edson Moraes, para falar sobre os novos investigadores na cidade, mas as ligações não foram atendidas. A corporação não informou o número total de policiais que atuam em cada regional.

Desde 2015, o MPMG investiga a relação de policiais civis em crimes cometidos nos dois municípios. As primeiras prisões ocorreram em junho de 2016, desmembradas na Operação ‘Serendipity’ e numa ação que envolve a atuação em roubos de carga e lavagem de dinheiro na região. Dos profissionais presos, cinco trabalhavam em Uberaba e onze em Uberlândia.
A assessoria da Polícia Civil esclareceu que os novos profissionais empossados não substituem os investigadores afastados. O órgão não informou quantos dos 14 policiais permanecem presos.

G1

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