CAPINÓPOLIS, TRIÂNGULO MINEIRO – Um macaco encontrado morte no Município de Capinópolis passa por análise para saber se o motivo da morte tem relação com a febre amarela. O animal foi encontrado há vários dias, mas a informação não foi divulgada anteriormente.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informou que Capinópolis entrou na lista de investigação de morte de macacos no Informe Epidemiológico da Febre Amarela nesta sexta-feira (17) – Perdizes (MG) também está sob investigação.

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A Superintendência Regional de Saúde de Uberlândia (SRS), ressaltou que as cidades entram na listagem de investigação a partir do momento em que se consegue material físico para o laboratório realizar a análise e identificar as causas da morte.

Cidades com casos de morte de macaco por febre amarela
Ituiutaba, Uberlândia, Uberaba, Ibiá, Sacramento, Cascalho Rico e Araxá, no Alto Paranaíba, tiveram casos de morte de macaco por febre amarela confirmados. O resultado positivo de exames feitos em amostra dos animais foi divulgado no boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) na última sexta-feira (10).

A febre amarela
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus, que pode levar à morte em cerca de uma semana se não for tratada rapidamente. De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é transmitida por mosquitos e comum em macacos, que são os principais hospedeiros do vírus.

Como o surto está concentrado fora das regiões urbanas, o Ministério da Saúde recomendou a imunização para todas as pessoas que residem em Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela e aqueles que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata. Por causar reações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a vacina para pessoas com doenças como lúpus, câncer e HIV, devido à baixa imunidade, nem para quem tem mais de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo.

A doença se torna aparente de três a seis dias após a infecção, de acordo com o Ministério da Saúde. Os sintomas iniciais são febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A maior parte das pessoas apresenta uma melhora após tais sintomas. Cerca de 20% a 40% das pessoas que desenvolvem a versão mais grave da doença (15% do total de infectados) podem morrer.

A imagem de destaque deste artigo é ilustrativa

Leia o relatório da SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE MINAS GERAIS

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