Cem municípios que concentram 60% dos casos de sífilis do país vão contar com um reforço de 200 milhões de reais do governo federal. O objetivo é reforçar as ações para diagnóstico, vigilância e tratamento da doença. Os recursos fazem parte de uma estratégia chamada de Resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção. Ao anunciar a agenda, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, enfatizou que a ampliação do diagnóstico e do tratamento é fundamental para reduzir os índices da doença.

“Faltou penicilina durante um bom período. Uma crise mundial de abastecimento de penicilina. Então resolvemos e já temos produção nacional. Está resolvido o problema do abastecimento. Nós pretendemos dobrar de 6 para 12 milhões de testagens deste ano para o ano que vem. E vamos adquirir produtos, milhões de doses de penicilina para que todos tenham a devida condição de fazer o controle. Se a nossa Atenção Básica for eficiente, identificar as pessoas portadoras, vamos poder tratar a todas e resolver a questão”.

Na ampliação e qualificação do diagnóstico da sífilis, uma das ações do plano do Ministério da Saúde é aumentar a testagem, principalmente nas grávidas. Isso porque a identificação ainda, no primeiro trimestre da gestação, e o tratamento adequado, impedem a transmissão da doença da mãe para o bebê.

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Reportagem, Luiz Philipe Leite.


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