POMPÉU. Alisson dos Reis Pinheiro, 22, morto em troca de tiros entre criminosos e policiais militares em Pompéu, trabalhava há apenas um mês na lanchonete de onde voltava quando foi baleado. Ele havia recebido o primeiro salário nesta semana. “A mãe dele parece que já estava com um pressentimento ruim, porque não estava gostando do trabalho dele nesse serviço, à noite. Mas ele sempre falava: ‘Mãe, deixa eu trabalhar lá só até conseguir coisa melhor’”, contou a tia da vítima, a comerciante Elizabete Aparecida Reis, 47.

O irmão do jovem, Adisson dos Reis Pinheiro, disse que ele era brincalhão. “Sempre tentava fazer o melhor para nós”, afirmou. Segundo ele, a família nunca havia sido vítima de violência.


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