Depois do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH) anunciar o pedido de reajuste do preço das passagens de ônibus da capital em 10,5%, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), afirmou em entrevista exclusiva ao TEMPO que não vai aceitar o percentual de reajuste.

“Não (vou deixar isso). Quem manda na prefeitura é o prefeito”. Kalil disse ainda que não teve acesso ao estudo e convidou as empresas para negociar.

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De acordo com o sindicato, o pedido levou em consideração um estudo realizado pelas empresas de transporte. O estudo, que levou em consideração o salário dos motoristas e o aumento do preço do combustível, será entregue nesta tarde ou na próxima segunda-feira (18) a Prefeitura de Belo Horizonte. Se autorizado o reajuste, o preço da passagem das linhas principais chegaria a R$ 4,50.

Em julho, o Prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), afirmou que não haveria alteração no preço da passagem antes da realização de uma auditoria no sistema de transporte público, o que não aconteceu até o momento. Uma liminar impediu a realização de licitação para a escolha da empresa auditora.


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