O Parlamento argentino aprovou nesta terça-feira a reforma da Previdência apoiada pelo governo do presidente Mauricio Macri e que provocou violentos protestos, que deixaram dezenas de feridos e detidos, paralelamente aos debates que duraram mais de 17 horas.

A reforma foi aprovada por 128 votos contra 116, além de duas abstenções. Milhares de pessoas protestaram nas ruas contra a lei que modifica o cálculo das pensões de 17 milhões de pessoas.


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