Moradores de Juiz de Fora, na Zona da Mata, começaram o ano com mais uma preocupação, a suspeita de que animais silvestres estejam morrendo de febre amarela.

Na manhã deste sábado (6), um macaco foi encontrado morto, na rua Professor Lander, no bairro Vitorino Braga, na cidade. O segundo só nesta semana.

Segundo a Polícia Militar do Meio Ambiente, que foi acionada pela população, o local onde o corpo do animal foi localizado fica próximo à uma mata e é comum ver esses bichos circulando pela região.

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Os militares, que chegaram ao local no início da tarde, não viram o animal, que já havia sido removido. A corporação encontrou apenas partes do corpo que já estava em avançado estado de putrefação.

Na última quarta-feira (3), a Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora encontrou um outro macaco morto nas dependências do Parque Museu Mariano Procópio.

O local foi fechado para que a Superintendência Regional de Saúde (SRS), que direciona para a Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte, investigue as possíveis causas da morte e verifique se ele estava ou não infectado.

Por meio de nota publicada em seu portal online, a Prefeitura informou que não há nenhum caso confirmado de febre amarela em humanos, mas, que, como medida protetiva, o Museu ficará fechado por 30 dias, a partir de quarta (4), até a conclusão das investigações.

Ainda segundo a nota, um posto de vacinação volante foi montado no Centro Cultural Dnar Rocha para imunização dos moradores da região.

Até o momento, a reportagem não conseguiu contato com a Prefeitura da cidade para esclarecimentos sobre o segundo macaco encontrado.


 


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