Um homem de 33 anos foi preso, nesta terça-feira (16), suspeito de estuprar a prima de 18 anos em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. De acordo com a Polícia Militar, a vítima contou que o primo tinha chegado de Alagoas na data e foi até a casa dela para lhe ensinar a fazer um chá que evita gravidez, no entanto ele se aproveitou da situação para estuprá-la.  O homem negou que tenha cometido o crime.

A vítima contou para os militares que depois que terminaram de fazer o chá, o suspeito disse que para não engravidar a menina deveria passar o chá em suas partes íntimas. Ela estava de saia e o homem pediu que ela tirasse a calcinha. A jovem concordou em tirar a peça íntima, mas nesse momento, segundo ela, o suspeito se aproveitou da situação, a jogou na cama do quarto e cometeu o estupro.

A jovem disse que tentou empurrá-lo e pediu que ele parasse, mas o suspeito não aceitou e continuou o estupro. A menina disse que tem um filho, ainda criança, e que o menino presenciou o crime, que ocorreu por volta de 9h da manhã, mas a vítima só teve coragem de acionar a polícia por volta de 19h.

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Os militares levaram a mulher até o Hospital Regional da cidade onde ela passou por exames. Os policiais fizeram um rastreamento e encontraram o suspeito na casa de um tio dele, onde estava hospedado. O homem foi preso.  Aos militares ele negou o crime e disse que a relação sexual foi consensual. Segundo ele, o contato com a prima já era feito há vários dias pelas redes sociais e eles tinham combinado de manter relações sexuais.

O homem disse ainda que o chá contraceptivo foi ensinado a ela para que a menina não engravidasse durante a relação sexual dos dois. O homem ainda negou que a criança tivesse visto o ato, segundo ele, o menino brincava no quintal no momento da relação sexual entre os primos. O suspeito disse ainda que a vítima cobriu o rosto com um lençol e disse que estava com vergonha.

Segundo o homem, a vítima disse que foi estuprada porque não queria que o namorado soubesse que eles mantiveram relação sexual, mas a menina disse que não é verdade e que ela foi mesmo forçada a cometer o ato.

O caso foi encerrado na Delegacia de Polícia Civil de Patos de Minas. A reportagem aguarda resposta para saber se a investigação já foi aberta e se o suspeito ficou detido.

Fonte: O TEMPO


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