Flávio Henrique será velado na Orquestra Filarmônica a partir de 17h30

O velório do músico  e compositor Flávio Henrique Alves de Oliveira, de 49 anos, que também era presidente da Rede Minas e da Rádio Inconfidência vai começar nesta quinta-feira (18) a partir de 17h30, na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. O enterro será a partir de 10h da manhã no Parque da Colina, nesta sexta-feira (19). A informação foi publicada pelo escritor Afonso Borges. Flávio morreu na manhã desta quinta em decorrência de febre amarela. Ele estava internado desde o último dia 11 de janeiro no hospital Mater Dei.

 

No últimos dias, pelo Facebook, vários amigos do músico já vinham alertando para a possibilidade dele estar com a doença, no entanto a confirmação só saiu na quarta-feira (17), um dia antes de sua morte.

“O diagnóstico de febre amarela foi confirmado. O quadro clínico é grave e a junta médica que o assiste continua buscando os melhores cuidados para ele. Agradecemos as orações e vibrações positivas. Especulações a respeito do caso só trazem dor à família e amigos. Por isso pedimos cuidado nas informações das redes sociais. Notas oficias continuarão sendo divulgadas a partir da mudança de quadro”, escreveu no Facebook uma amiga do músico.

De acordo com a nota divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), Flávio contraiu a doença em outro município da região metropolitana, que não teve o nome divulgado. Ainda, segundo a pasta, o paciente não tinha se vacinado contra a febre amarela.
Com a morte do músico, chega a 16 o número de mortes em Minas Gerais, a segunda registrada em Belo Horizonte. Ao todo, são 22 as confirmações da doença, sendo que outras 8 pessoas com a infecção confirmada pela febre amarela evoluíram para a cura e 46 casos ainda estão sob investigação.

O MÚSICO

Flávio Henrique era uma das figuras mais queridas de Belo Horizonte. Ele era compositor, produtor e instrumentista e tinha mais de 120 músicas gravadas. Integrante do quarteto Cobra Coral, ele já participou de parcerias com Milton Nascimento, Chico Amaral, Fernando Brant, Zeca Baleiro, Ronaldo Bastos, Vander Lee e Toninho Horta.

O músico também foi um dos pioneiros do Carnaval em Belo Horizonte, já que em 2012 ele escreveu a música “Na Coxinha da Madrasta”, primeiro hit da safra de marchinhas e que foi composta após reportagem de O TEMPO mostrar o gasto de Léo Burguês com a verba indenizatória na lanchonete da madrasta.

Flávio Henrique assumiu a Inconfidência em novembro de 2015 após a exoneração de Tancredo Antônio Naves.

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O velório do músico  e compositor Flávio Henrique Alves de Oliveira, de 49 anos, que também era presidente da Rede Minas e da Rádio Inconfidência vai começar nesta quinta-feira (18) a partir de 17h30, na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. O enterro será a partir de 10h da manhã no Parque da Colina, nesta sexta-feira (19). A informação foi publicada pelo escritor Afonso Borges. Flávio morreu na manhã desta quinta em decorrência de febre amarela. Ele estava internado desde o último dia 11 de janeiro no hospital Mater Dei.

 

No últimos dias, pelo Facebook, vários amigos do músico já vinham alertando para a possibilidade dele estar com a doença, no entanto a confirmação só saiu na quarta-feira (17), um dia antes de sua morte.

“O diagnóstico de febre amarela foi confirmado. O quadro clínico é grave e a junta médica que o assiste continua buscando os melhores cuidados para ele. Agradecemos as orações e vibrações positivas. Especulações a respeito do caso só trazem dor à família e amigos. Por isso pedimos cuidado nas informações das redes sociais. Notas oficias continuarão sendo divulgadas a partir da mudança de quadro”, escreveu no Facebook uma amiga do músico.

De acordo com a nota divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), Flávio contraiu a doença em outro município da região metropolitana, que não teve o nome divulgado. Ainda, segundo a pasta, o paciente não tinha se vacinado contra a febre amarela.
Com a morte do músico, chega a 16 o número de mortes em Minas Gerais, a segunda registrada em Belo Horizonte. Ao todo, são 22 as confirmações da doença, sendo que outras 8 pessoas com a infecção confirmada pela febre amarela evoluíram para a cura e 46 casos ainda estão sob investigação.

O MÚSICO

Flávio Henrique era uma das figuras mais queridas de Belo Horizonte. Ele era compositor, produtor e instrumentista e tinha mais de 120 músicas gravadas. Integrante do quarteto Cobra Coral, ele já participou de parcerias com Milton Nascimento, Chico Amaral, Fernando Brant, Zeca Baleiro, Ronaldo Bastos, Vander Lee e Toninho Horta.

O músico também foi um dos pioneiros do Carnaval em Belo Horizonte, já que em 2012 ele escreveu a música “Na Coxinha da Madrasta”, primeiro hit da safra de marchinhas e que foi composta após reportagem de O TEMPO mostrar o gasto de Léo Burguês com a verba indenizatória na lanchonete da madrasta.

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