Cerca de 200 pessoas participam na manhã desta quinta-feira (25) de um ato organizado por servidores e ex-trabalhadores da educação de Minas Gerais, no centro de Belo Horizonte. A manifestação teve início na praça Sete e segue em direção à sede do Ministério Público (MPMG), no Lourdes, região Centro-Sul da capital. 

O presidente do Sindicato do Servidor Designado e Ex-Efetivado de Minas Gerais (SISDEMG), Eduardo Silva, explica que é entidade é uma dissidência do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação em Minas Gerais (SindUTE-MG).

“Eles não nos representaram e, por isso, criamos o sindicato. Nossa pauta principal é pela assinatura do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que está nas mãos do governador Fernando Pimentel (PT) e ele não se posiciona. Esse documento tem parecer jurídico da comissão de estudos criada pelo próprio Pimentel e que pede o retorno do pessoal exonerado pela Lei 100”, afirma. 

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Ainda conforme a entidade, o MPMG foi consultado sobre o parecer e, teria se posicionado favoravelmente pela assinatura do TAC. 

Outra pauta entre as principais reivindicações dos manifestantes é com relação ao atraso no início das aulas no Estado – que foi passado do dia 1º para 19 de fevereiro, após o Carnaval. “Essa mudança tem caráter exclusivamente econômico, mas mais de 150 mil professores e outros servidores da educação ficarão sem receber o mês de fevereiro. Vão receber menos 13º, menos rateio e 1/3 das férias, menos tempo de contribuição, entre outras coisas. Isso fora as questões pedagógicas e os sábados a mais que terão que trabalhar por causa disso”, aponta Silva. 

De acordo com a BHTrans, quando os manifestantes estavam na praça Sete, os motoristas enfrentaram lentidão na avenida Afonso Pena e também na Amazonas. Por volta de 11h15 o ato chegou à região da Praça da Assembleia e o trânsito foi liberado. 


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