Folia só termina no domingo

Com gosto de quero mais, o Carnaval de Belo Horizonte estendeu-se até a Quarta-Feira de Cinzas e promete chegar até o próximo domingo, quando estão previstos mais nove blocos. Na manhã de quarta-feira (14), os grupos se reuniram na avenida dos Andradas, na região Leste da capital. A despedida da folia teve trios elétricos de Quando Come se Lambuza, Alô Abacaxi e Funk You. Ainda se apresentaram Rubens Aredes, do Então, Brilha! e o DJ Pablo Fuscaldi.

Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Transporte é maior queixa do Carnaval de Belo Horizonte

Homem é assassinado a tiros e outro fica ferido na região do Barreiro

Folia só termina no domingo

Com gosto de quero mais, o Carnaval de Belo Horizonte estendeu-se até a Quarta-Feira de Cinzas e promete chegar até o próximo domingo, quando estão previstos mais nove blocos. Na manhã de quarta-feira (14), os grupos se reuniram na avenida dos Andradas, na região Leste da capital. A despedida da folia teve trios elétricos de Quando Come se Lambuza, Alô Abacaxi e Funk You. Ainda se apresentaram Rubens Aredes, do Então, Brilha! e o DJ Pablo Fuscaldi.

Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Homem é assassinado a tiros e outro fica ferido na região do Barreiro

Folia só termina no domingo

Com gosto de quero mais, o Carnaval de Belo Horizonte estendeu-se até a Quarta-Feira de Cinzas e promete chegar até o próximo domingo, quando estão previstos mais nove blocos. Na manhã de quarta-feira (14), os grupos se reuniram na avenida dos Andradas, na região Leste da capital. A despedida da folia teve trios elétricos de Quando Come se Lambuza, Alô Abacaxi e Funk You. Ainda se apresentaram Rubens Aredes, do Então, Brilha! e o DJ Pablo Fuscaldi.

Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Homem é assassinado a tiros e outro fica ferido na região do Barreiro

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Com gosto de quero mais, o Carnaval de Belo Horizonte estendeu-se até a Quarta-Feira de Cinzas e promete chegar até o próximo domingo, quando estão previstos mais nove blocos. Na manhã de quarta-feira (14), os grupos se reuniram na avenida dos Andradas, na região Leste da capital. A despedida da folia teve trios elétricos de Quando Come se Lambuza, Alô Abacaxi e Funk You. Ainda se apresentaram Rubens Aredes, do Então, Brilha! e o DJ Pablo Fuscaldi.

Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Transporte é maior queixa do Carnaval de Belo Horizonte

Homem é assassinado a tiros e outro fica ferido na região do Barreiro

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Com gosto de quero mais, o Carnaval de Belo Horizonte estendeu-se até a Quarta-Feira de Cinzas e promete chegar até o próximo domingo, quando estão previstos mais nove blocos. Na manhã de quarta-feira (14), os grupos se reuniram na avenida dos Andradas, na região Leste da capital. A despedida da folia teve trios elétricos de Quando Come se Lambuza, Alô Abacaxi e Funk You. Ainda se apresentaram Rubens Aredes, do Então, Brilha! e o DJ Pablo Fuscaldi.

Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Transporte é maior queixa do Carnaval de Belo Horizonte

Homem é assassinado a tiros e outro fica ferido na região do Barreiro

Folia só termina no domingo

Com gosto de quero mais, o Carnaval de Belo Horizonte estendeu-se até a Quarta-Feira de Cinzas e promete chegar até o próximo domingo, quando estão previstos mais nove blocos. Na manhã de quarta-feira (14), os grupos se reuniram na avenida dos Andradas, na região Leste da capital. A despedida da folia teve trios elétricos de Quando Come se Lambuza, Alô Abacaxi e Funk You. Ainda se apresentaram Rubens Aredes, do Então, Brilha! e o DJ Pablo Fuscaldi.

Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Transporte é maior queixa do Carnaval de Belo Horizonte

Homem é assassinado a tiros e outro fica ferido na região do Barreiro

Folia só termina no domingo

Com gosto de quero mais, o Carnaval de Belo Horizonte estendeu-se até a Quarta-Feira de Cinzas e promete chegar até o próximo domingo, quando estão previstos mais nove blocos. Na manhã de quarta-feira (14), os grupos se reuniram na avenida dos Andradas, na região Leste da capital. A despedida da folia teve trios elétricos de Quando Come se Lambuza, Alô Abacaxi e Funk You. Ainda se apresentaram Rubens Aredes, do Então, Brilha! e o DJ Pablo Fuscaldi.

Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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Folia só termina no domingo

Com gosto de quero mais, o Carnaval de Belo Horizonte estendeu-se até a Quarta-Feira de Cinzas e promete chegar até o próximo domingo, quando estão previstos mais nove blocos. Na manhã de quarta-feira (14), os grupos se reuniram na avenida dos Andradas, na região Leste da capital. A despedida da folia teve trios elétricos de Quando Come se Lambuza, Alô Abacaxi e Funk You. Ainda se apresentaram Rubens Aredes, do Então, Brilha! e o DJ Pablo Fuscaldi.

Antes deles, na madrugada, o Bloco do Manjericão, que desfila há oito anos e é conhecido por seu teor político, principalmente em relação à legalização de drogas, iniciou seu cortejo às 4h20. Centenas de pessoas reuniram-se na avenida José Cândido da Silveira, no bairro Ipê, na região Nordeste, e desfilaram rumo ao centro. “Esse renascimento do Carnaval de Belo Horizonte vem carregado de um engajamento que era muito comum nos anos 60 e 70. Surge de um povo que está feliz com a festa popular, mas que não está esquecendo as mazelas do país. O debate da legalização das drogas é válido e precisa acontecer”, afirmou o dançarino Arthur Yuri, 31.

Com ramos de manjericão pendurados nas orelhas, o arquiteto Cláudio Dantas, 35, defendeu a reflexão sobre o uso de ervas naturais. “O que é natural é nosso e deve ser utilizado, sim”, disse o folião.

Já a cineasta paulista Juliana Medeiros, 32, veio passar o Carnaval na capital mineira pela primeira vez e se entusiasmou com o bloco. “Não conhecia nada com uma proposta como essa. É incrível, porque é totalmente diferente dos grandes blocos. É uma vibe mais tranquila, que parece preparar o corpo para o descanso. Vou daqui direto para o aeroporto, mas vou pleníssima”, afirmou.

Homenagem. Outro bloco que desfilou na quarta-feira pela manhã foi o Acorda, Amor, que estreou na folia homenageando o compositor Chico Buarque. A concentração foi no bairro Paraíso, na região Leste. Boa parte dos foliões optou por usar roupas nas cores verde e rosa, numa alusão à escola de samba Mangueira, da qual Chico faz parte. “Sou uma grande fã do Chico, e a gente notou que ainda não existia um bloco com esse repertório no Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou Luiza Barros, uma das organizadoras. Segundo ela, a ideia de desfilar nesse dia veio de músicas do compositor: “Nas letras, o Chico fala muito da Quarta-Feira de Cinzas”.

I Wanna com muito fôlego

Ao som do reggae, dezenas de foliões em Belo Horizonte ainda aproveitaram a tarde de quarta-feira e, embalados pelo ritmo, concentraram-se na praça da Grota, no bairro Sagrada Família, na região Leste da capital, atrás do bloco I Wanna Love You. Na sequência, percorreram algumas ruas da mesma região.

O bloco começou a concentração por volta das 13h, e o cortejo adentrou a noite. A organização do cortejo não havia divulgado até na quarta-feira à noite a estimativa de público.

O I Wanna Love You teve início em 2013, formado por um grupo de amigos que tocam em vários outros blocos da cidade. Como não poderia ser diferente, homenageia sempre um dos grandes nomes do reggae, o cantor e compositor jamaicano Bob Marley, misturando o som do reggae com batidas de samba.

Com a ideia de colorir os foliões (em um paralelo com as “cinzas” da data), uma das tradições de quem participa do bloco é o lançamento de pó colorido.

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