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Falta de terras para plantio deve atrasar início da produção da usina CRV, diz superintendente

Área de plantio ainda é considerada muito pequena para iniciar a produção industrial em 2019.

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CAPINÓPOLIS, MINAS GERAIS – Um encontro entre empresários e lideranças com a administração da usina CRV Industrial, marcou a noite da última quinta-feira (18) em Capinópolis. O encontro, organizado pela Associação Comercial, Industrial e agropecuária de Capinópolis , ocorreu na Câmara Municipal de Capinópolis.

Vários empresários compareceram ao evento, com o objetivo de estreitar os laços com a indústria sucroalcooleira que iniciou as atividades administrativas em Capinópolis em Janeiro deste ano, logo após arrematar a antiga Vale do Paranaíba em leilão.

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Em entrevista ao Tudo Em Dia, a superintendente de recursos humanos, Marcilene Cristina Alves Pereira, afirmou que busca atingir a meta de gerar quinhentos empregos diretos em 2018, mas que isso ainda é incerto, pois pode haver atraso no início da produção industrial por falta de terras para plantio.

“Estamos querendo cumpri-la [meta de empregos estabelecida], vai depender se conseguirmos terras para plantio para nossa matéria-prima, que é a cana-de-açúcar. Já contratamos duzentos funcionários, [estamos] em março ainda, então, dependendo do que conseguirmos avançar com o plantio da cana, a gente vai chegar a este número”, disse a superintendente, que completou – “está faltando terra para plantio, hoje, o que se tem é suficiente para moer trezentas mil toneladas de cana, o que é muito pouco para colocar a fábrica em funcionamento em 2019.

Ainda segundo Marcilene, caso não haja aumento no índice de áreas plantadas, a fábrica deve iniciar suas atividades apenas em 2020.

O prefeito Cleidimar Zanotto disse que o histórico de problemas financeiros do antigo Grupo João Lyra, pode ter refletido para a insegurança dos arrendadores de terra.

O vereador Edward Sales – Edwardão – salientou a ‘humildade’ dos integrantes do Grupo Japungu, que não exigiram ser chamados de ‘doutores’, ao contrário dos antigos encarregados da Vale do Paranaíba.

Cabe ressaltar que muitos dos antigos ‘doutores’ da Vale do Paranaíba, não haviam concluído nem o ensino médio.


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