Familiares de Victor Chaves, da dupla sertaneja Victor e Leo, garantem que o cantor não reatou o relacionamento com a ex-mulher, a empresária Poliana Bagatini. Parentes próximos ao artista negaram veementemente à reportagem de O TEMPO a informação publicada nesta terça-feira (13) pelo colunista Leo Dias, do jornal “O Dia”. Segundo a coluna, o casal, que tem dois filhos, se reconciliou recentemente.

“Isso é mentira de paróquia. Isso é coisa de quem não tem o que falar. Ficamos sabendo disso na internet. Eles (Victor e Poliana) não se falam desde a separação. Só conversam por meio de advogados”, garantiu um familiar do cantor, que pediu para não ser identificado.

Confusão em Belo Horizonte

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O casal se separou após uma confusão envolvendo Victor e Poliana em um apartamento no bairro Luxemburgo, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. O episódio aconteceu em fevereiro do ano passado, quando a ex-mulher do cantor estava grávida do segundo filho. No dia 24 daquele mês, a empresária registrou um boletim de ocorrência em uma delegacia da capital no qual relatou ter sido agredida pelo sertanejo.

Poliana relatou à Polícia Civil que, após uma discussão no apartamento, Victor a jogou no chão e a chutou diversas vezes. Ela teria tentado sair de casa, mas foi impedida por um segurança e pelo então marido, e só conseguiu deixar o local com a ajuda de uma vizinha, que escutou a discussão e a colocou no elevador. A empresária também afirmou no boletim que vinha recebendo ameaças por parte da irmã do cantor.

Quase dois meses após o registro do boletim, a Polícia Civil concluiu o inquérito, que tomou como base as imagens das câmeras de segurança do prédio. A corporação indiciou Victor ao considerar que houve uma agressão sem deixar lesões aparentes – vias de fato. Na mesma época, o advogado do cantor alegou não ter tido acesso às câmeras de segurança, mas garantiu que as imagens não podem mostrar “o que não aconteceu”.

“Ele chegou ao apartamento ouvindo gritos. Deparou-se com os objetos quebrados e Poliana agressiva, ofendia a mãe dele, uma idosa”, afirmou o advogado. “Ele tentou acalmá-la conversando. Quando ela disse que ia pegar a filha de 1 ano e ia embora, e ela não é daqui, não conhece Belo Horizonte, ele falou ‘você não vai pegar a Maria Vitória’. Ele se colocou na frente dela, ela entrou à força no elevador e ele a puxou e depois empurrou”, narrou, na época, durante coletiva de imprensa.

O próprio Victor, nas redes sociais, afirmou que o inquérito provava sua inocência. “Provei minha inocência diante da acusação de ter batido em alguém, um horror que não cometi. Fui indiciado por vias de fato, que não é crime, e minha intenção diante disso será esclarecida”, disse.

Segredo de Justiça

Em abril de 2017, a Justiça aceitou a denúncia sobre o caso elaborada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e Victor se tornou réu no processo por contravenção penal. A assessoria de imprensa do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, explicou à época que o processo corre em segredo de Justiça e, por isso, não deu mais detalhes sobre o caso. 


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