Professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais decidiram na tarde desta quinta-feira (22) continuar a greve, que começou no dia 8 deste mês. Os servidores exigem do governo estadual pagamento do piso salarial, fim do parcelamento do 13º de 2017 e atendimento de qualidade pelo Ipsemg (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais).

Durante esta quinta, os professores realizaram manifestações para chamar atenção do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Pela manhã, os funcionários públicos da rede estadual de educação estiveram na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. O grupo chegou a fechar a alameda da Educação com avenida Bias Fortes – sentido praça Raul Soares.

“O ato ‘Acorda Governador’, em frente ao Palácio da Liberdade, é mais uma iniciativa dos profissionais da educação, sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e visa despertar a atenção do Executivo de Minas para que ele cumpra os acordos assinados com a categoria”, diz trecho de nota publicada pelo Sind-UTE.

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No início da manhã o grupo fez um protesto na rodovia MG-010, na altura da Cidade Administrativa. Eles queimaram pneus e chegaram a interditar o trânsito por completo na via.

Por fim, os servidores realizaram assembleia na tarde desta quinta para decidir os rumos da paralisação. Sem um acordo com o governo estadual, a greve não tem data para terminar. 


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