Há quase um mês a família do artista plástico Júlio César de Oliveira vive a angústia do desaparecimento dele e da falta de respostas. Júlio foi visto pela última vez na casa dele no bairro Santo André, região Noroeste de Belo Horizonte, no último dia 4 de março, quando sua filha foi visitá-lo e saiu da residência dele às 22h.

Desde o desaparecimento a família não teve mais notícias. “Muitas pessoas entraram em contato com a gente falando que viram ele no centro da cidade, mas quando vamos checar, vemos que é outra pessoa. Até agora não temos nenhuma pista”, afirma a irmã do artista, Mylia Mary Oliveira.

Segundo a irmã, ele estava tranquilo e sem sinais de depressão. Os familiares contam que ele saiu de casa sem os óculos, celular, remédios ou dinheiro. A casa dele não tem sinais de que ele teria retornado.

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Buscas

Desde o desaparecimento, além de registrar Boletim de Ocorrência, a família deu início a uma procura por ele em hospitais e conversa com moradores de rua no intuito de encontrá-lo. Eles também espalharam cartazes por Belo Horizonte com a foto de Júlio e o telefone para contato.

O artista é conhecido na capital mineira por estar à frente de movimentos de consciência negra e eventos culturais. Quem tiver informações sobre o paradeiro dele deve entrar em contato com a polícia pelo disque denúncia 0800 2828 197.

Sem resposta

De acordo com Mylia, ainda não pistas sobre o que pode ter acontecido com o irmão. “Fomos na delegacia ontem e eles também não sabem o que aconteceu”, contou. A reportagem de O TEMPO aguarda resposta da Polícia Civil sobre as investigações do caso.


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