Vizinhos da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e membros de grupos, como o Movimento Brasil Livre (MBL), se reúnem desde a manhã deste sábado (7) na rua Dias Adorno, no bairro Santo Agostinho, para limpar a calçada do prédio.

O edifício foi vandalizado, na sexta-feira, por membros do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra com tinta vermelha. As calçadas e a fachada do prédio ficaram completamente sujas.

Além de lavar as calçadas, os vizinhos deixaram flores na porta do prédio. As pessoas vestem as cores da bandeira do Brasil. O local chamou atenção de todos no bairro da região Centro-Sul de Belo Horizonte.

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Defesa da democracia e da Justiça

De acordo com Victor Lucchesi, 23, advogado e membro do movimento, a ação tem por objetivo “sair em defesa da justiça”.

“Nós queremos evitar que manifestações políticas interfiram no processo judicial. Esse movimento realizado pelo MST não foi democrático, querendo pressionar a justiça por meio do medo e atacando o patrimônio privado”, justificou.

Condomínio cuidará da fachada

A ideia do movimento é limpar toda a calçada. Já a fachada do prédio, que foi atingida de tinta vermelha até o terceiro andar, ficará a cargo da direção do edifício. Também ajudam da atividade membros de outros movimentos, como a Juventude do PSDB.

Mais cedo, pessoas de outros movimentos passaram pelo local e deixaram flores em frente ao prédio de Cármen Lúcia.


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