O senador Aécio Neves e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, em evento promovido pelo PSDB, em Brasília, em novembro de 2016 – Pedro Ladeira – 25.nov.16/Folhapress

A suposta parcialidade da Operação Lava Jato levanta questionamentos com relação às investigações envolvendo o senador Alécio Neves (PSDB/MG) e o ex-governador e pré-candidato à presidência Geraldo Alckmin (PSDB/SP).

Aécio foi gravado a pedir R$ 2 milhões a Joesley Batista, da JBS —o mineiro contou com a ajuda de seus pares no Senado para se livrar, em outubro de 2017, das medidas cautelares a ele impostas pelo Supremo Tribunal Federal.

Alckmin foi acusado— em delações premiadas— de recebeu R$ 10 milhões por meio de caixa dois para campanhas em 2010 e 2014— perdeu o foro no Superior Tribunal de Justiça ao deixar o governo paulista para se lançar mais uma vez na corrida ao Palácio do Planalto.

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A força Tarefa da Lava Jato em São Paulo pediu nesta segunda-feira (9) ao Vice-Procurador-Geral da República, Luciano Mariz Maia, que “remeta o mais rápido possível” o inquérito sobre o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), ao estado.

Para condenar ou absolver, importa que as apurações caminhem de modo célere e rigoroso, a exemplo dos padrões estabelecidos em Curitiba, sem distinção partidária.


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