Os professores da rede particular decidiram em assembleia no fim da tarde desta quinta-feira (26) pela continuidade das negociações e manutenção da greve iniciada nesta quarta-feira (25) pelo menos até a próxima segunda-feira (30), quando uma nova audiência de mediação será realizada entre o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro) e o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep), no Tribunal Regional de Trabalho (TRT). Também no dia 30 de abril, está prevista a realização de uma nova assembleia da categoria. 

As duas entidades se reuniram na manhã desta quinta-feira no TRT e, segundo os professores, houve avanços na negociação. 

O Sinep voltou atrás e garantiu que vai assegurar aos professores bolsas de estudo, adicional por tempo de serviço, adicional extraclasse e intervalo entre as aulas, como prevê a convenção atual. 

O sindicato ofereceu também reajuste salarial conforme o INPC. Até então, o aumento previsto era de 1%, menor do que a inflação. 

No entanto, de acordo com os professores, o Sinep insiste em alterar dez cláusulas da convenção atual. Entre elas, está a redução da multa a ser paga pelas escolas em caso de descumprimento da convenção e a possibilidade de transferir um professor de disciplina sem a concordância dele.

Uma nova reunião direta entre o sindicato dos professores e o sindicato patronal será realizada nesta sexta-feira (27) para discutir as propostas. A expectativa dos professores é a manutenção de todos os pontos da convenção coletiva atual.


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