O índice de casos prováveis de Chikungunya dispararam nos meses de março e abril de 2018, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) nesta segunda-feira. Até fevereiro, foram registrados 1653 casos, e agora os números já chegam a 5762, o que significa um aumento de 248,5%. Os números divulgados pela SES-MG são a somatória dos casos confirmados e dos casos suspeitos.

Os casos estão concentrados na região do Vale do Aço. A cidade com maior índice é Ipatinga, com 823 casos prováveis.

Do total dos registros, 55 são gestantes, sendo que 18 foram confirmadas por exame laboratorial.

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Apesar dos altos índices, há uma queda significativa em relação a 2017, ano com maior registro de casos da doença. No ano passado, 13 mil casos foram registrados até o mês de abril, contra 5758 neste mesmo mês em 2018, significando uma queda de 125%.

A doença é parecida com a dengue, até mesmo nos sintomas. Porém, atinge também as articulações do paciente. Caso não haja cuidado médico, a pessoa pode morrer.

Assim como a dengue, para evitar a Chikungunya, é fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos nas suas casas e na vizinhança.

Dengue

A Secretaria de Estado de Saúde também divulgou os números da dengue em 2018. Até abril, foram registrados 17227 casos suspeitos da doença, 4,5% a menos do que o índice até este mesmo mês em 2017.

As cidades de Rodeiro, Piraúba e Visconde do Rio Branco, na Zona da Mata, foram as que apresentam maiores incidências da doença, somando 715 casos prováveis.

Uberaba, no Triângulo Mineiro, Conceição do Pará e Moema, no Centro-Oeste, registraram mortes. Nove óbitos ainda estão sob investigação.

Zika

Foram registrados 202 casos prováveis de zika até abril deste ano. No ano passado, até este mesmo momento, os números eram de 496, índice 145% maior.

Dos 202 casos, 60 são em gestantes. As suspeitas estão em Montes Claros (10 gestantes), Ipatinga e Janaúba (8 gestantes cada), Belo Horizonte e Timóteo (4 gestantes cada), Coronel Fabriciano, Santana do Paraíso, Sete Lagoas, Ubá e Uberlândia (3 gestantes cada), Juiz de Fora e Uberaba (2 gestantes cada).

Informações de O Tempo


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