Um homem, de 34 anos, foi até a sede do 35º Batalhão de Polícia Militar em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O), mas acabou preso.

O sujeito disse aos policiais que gostaria de registrar o B.O de um roubo de celular do qual ele seria a vítima. Ele estava com a caixa do aparelho em mãos, além da nota fiscal e da apólice de seguro.

No relato, o homem declarou que foi assaltado no bairro São Benedito, em Santa Luzia, por volta de 6h, quatro horas antes da ida dele a delegacia.

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Durante o depoimento, os militares identificaram algumas incoerências na história contada pelo sujeito. A primeira delas, é de que o tempo entre o ocorrido e a denúncia foi muito grande.

Os militares também questionaram o fato do suspeito portar um outro aparelho celular em mãos, mas não ter entrado em contato com a polícia anteriormente.

Além disso, a polícia identificou uma ação na Justiça do homem contra a empresa que produz o telefone.

Quando confrontado sobre a veracidade da história e informado de que as câmeras de segurança do suposto local do crime seriam analisadas, o suspeito confessou que a história era mentira.

Ele declarou que a esposa perdeu o celular ao descer de um ônibus horas antes e que quando ele ficou sabendo teve a ideia de fazer o B.O. para poder acionar a cláusula do seguro por furto e roubo.

O homem foi preso em flagrante pelo crime tentado de estelionato em benefício próprio.


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