Por meio de nota, o Atlético rebateu oficialmente o posicionamento do Cruzeiro sobre a principal polêmica do clássico deste sábado, no Independência. O clube alvinegro minimizou as reclamações dos rivais, cujos integrantes da diretoria e do staff receberam dos mandantes um camarote ao lado do utilizado por membros da torcida organizada Galoucura, e classificou as críticas recebidas como “choro de perdedor”.

“Vale ressaltar que prezamos sempre pela segurança das equipes visitantes, não havendo qualquer ocorrência que desabone nossa conduta. Em assim sendo, não havendo um incidente sequer, reputamos as reclamações do rival como um mero choro de perdedor”, lê-se na nota divulgada pelo Atlético na noite deste sábado, após a vitória por 1 a 0 sobre o maior rival.

Mais cedo, o Cruzeiro publicou um comunicado em que criticou a diretoria alvinegra e chamou o presidente do Atlético, Sérgio Sette Câmara, de ‘covarde’.

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“O Cruzeiro Esporte Clube vem a público informar que em protesto não concedeu entrevistas pós-clássico deste sábado em função do tratamento que recebeu por parte do adversário, que em atitude covarde de seu presidente colocou o staff e a diretoria do Cruzeiro em camarotes ao lado de lutadores de uma torcida organizada. Não fosse a intervenção da Polícia Militar, haveria ocorrido uma tragédia hoje no estádio Independência. Neste domingo, o técnico Mano Menezes atenderá a imprensa na Toca da Raposa 2”, publicou o clube.

O clube alvinegro rebateu as acusações. “O Atlético atendeu a todas as solicitações do clube visitante, seja nos camarotes destinados à sua diretoria e convidados, seja na segurança reservada a eles. Lamentamos que o Cruzeiro tenha optado pelo ataque verbal ao presidente do Atlético, o chamando de “covarde”, quando os verdadeiros covardes são os que acobertaram torcedores que agrediram nossos atletas, além de diversos transtornos ocorridos na final do Campeonato Mineiro, no Mineirão”.

Segundo o Atlético, o Cruzeiro pediu dois camarotes para 18 pessoas – possibilidade que, ainda de acordo com o Alvinegro, somente poderia ser atendida no setor do estádio escolhido para este sábado. A assessoria de comunicação do Galo assegurou que o clube nada tem a ver com a utilização da Galoucura do camarote vizinho ao ocupado por funcionários celestes – algo não citado na nota.

Leia, na íntegra, a nota divulgada pelo Atlético:

Sobre as reclamações do Cruzeiro Esporte Clube a respeito do tratamento recebido na partida deste sábado, cabe informar:
 
O Atlético atendeu a todas as solicitações do clube visitante, seja nos camarotes destinados à sua diretoria e convidados, seja na segurança reservada a eles.
 
Lamentamos que o Cruzeiro tenha optado pelo ataque verbal ao presidente do Atlético, o chamando de “covarde”, quando os verdadeiros covardes são os que acobertaram torcedores que agrediram nossos atletas, além de diversos transtornos ocorridos na final do Campeonato Mineiro, no Mineirão.
 
Vale ressaltar que prezamos sempre pela segurança das equipes visitantes, não havendo qualquer ocorrência que desabone nossa conduta. Em assim sendo, não havendo um incidente sequer, reputamos as reclamações do rival como um mero choro de perdedor.

Leia, na íntegra, a nota divulgada pelo Cruzeiro:

O Cruzeiro Esporte Clube vem a público informar que em protesto não concedeu entrevistas pós-clássico deste sábado em função do tratamento que recebeu por parte do adversário, que em atitude covarde de seu presidente colocou o staff e a diretoria do Cruzeiro em camarotes ao lado de lutadores de uma torcida organizada. Não fosse a intervenção da Polícia Militar, haveria ocorrido uma tragédia hoje no estádio Independência.
 
Neste domingo, o técnico Mano Menezes atenderá a imprensa na Toca da Raposa 2.
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