Diante do vídeo de sexo com a criança, Baltazar Cristiano Francisco confessou o crime à PM

Um homem, de 41 anos, foi preso em Uberlândia suspeito de abusar sexualmente de uma criança de 6 anos. De acordo com a Polícia Militar (PM) Baltazar Cristiano Francisco é primo da menina e pode ter abusado das irmãs menores dela. A polícia teve acesso a um vídeo no celular do desempregado. Nas imagens, a garotinha aparece sem calcinha e ele praticando sexo oral nela.

O homem foi preso na casa da vítima, no Assentamento Maná, zona rural da cidade. Conforme registrado no boletim policial o crime teria acontecido no dia 15 de maio.

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O abuso foi descoberto pelo pai da criança que relatou a policia, que “pegou o chip do aparelho celular do autor para ouvir músicas e visualizou um vídeo em que Baltazar faz sexo oral na menina, e que além do sexo oral o autor retirou a calcinha” dela.

O solicitante mora com a esposa, as três filhas pequenas: a vítima, de 6 anos, uma de 5 e outra de 4 anos, e Baltazar, que é primo das meninas.

O documento ainda destaca que “o vídeo não mostra se houve penetração, mas mostra o autor esfregando o órgão genital dele no dela”. Outra situação que também será investigada é se o suspeito teria abusado de mais crianças, já que a vítima relatou que o suspeito já teria abusado das irmãs mais novas.

Vizinhos da família relataram à PM que é comum ver o suspeito fazendo agrados às crianças, como oferecer bombons e balas. No B.O. consta que Baltazar confessou o crime.

Os familiares das vítimas se exaltaram e tentaram linchar o homem, que precisou de atendimento médico na UAI Tibery.

As três crianças foram encaminhadas para o Pronto-Socorro da Universidade Federal de Uberlândia juntamente com a mãe para exames.

Diante da confissão, das provas, bem como depoimentos contra Baltazar Cristiano Francisco, ele foi encaminhado à delegacia para providência judiciária, pesando contra ele o agravante de armazenar vídeo com conteúdo de sexo explícito com menor de idade.

A pena para estupro de vulnerável varia de 8 a 15 anos de prisão.

Edição de Carolina Vilela
No local: Camila Rabelo


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