Pequenos depósitos de bairros ainda vivem dilema para conseguir gás de cozinha

Digiqole Ad

Os pequenos depósitos de bairros têm tido muitas dificuldades para conseguir gás de cozinha em Belo Horizonte e região metropolitana. Mesmo com o reabastecimento se normalizando com o enfraquecimento da greve dos caminhoneiros, a procura pelo produto ainda é grande e a oferta não tem dado conta da demanda.

A reportagem percorreu algumas distribuídoras nesta quinta-feira e notou que a comercialização de botijões por parte das distribuidoras maiores ainda é racionalizada.

No bairro Jardim das Alterosas, em Betim, por exemplo, uma empresa tinha uma certa quantidade de gás de cozinha, mas limitou-se a vender apenas 20 por pessoa. A distribuidora aguardava a chegada de uma nova remessa, que tem demorado até dois dias, tempo estimado para os caminhões enfrentarem a fila e carregarem nas centrais. 

“Estamos na luta desde ontem tentando conseguir um gás mas, até agora, nada. É sorte, vamos aguardar até quando der e normalizar”, disse um comerciante, que é de Esmeraldas, na região metropolitana. “Fiquei de 11h até 15h ontem (quarta-feira) e não consegui”, afirmou outro comprador. “A gente vai trabalhar direto agora até normalizar”, afirmou um funcionário da distribuidora, que não quis se identificar.

Quando encontrado, o botijão de 13 kg costuma ser vendido ao consumidor final acima do preço normal. Antes da greve, ele custava até R$ 60. Hoje o botijão é dificilmente encontrado por menos de R$ 80, segundo comerciantes consultados.

Veja também:

Apoio:

Alexandre Santos Gomes advogado em Capinópolis

Central de Jornalismo

https://www.tudoemdia.com

Leia também

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Bloqueador de Publicidade

Detectamos um bloqueador de publicidade no seu navegador. Por gentileza, apoie o jornalismo independente brasileiro

Refresh

error: A cópia do conteúdo do Tudo Em Dia é proibida