Os petroleiros de Minas Gerais decidiram na manhã desta quinta-feira (31), por unanimidade, continuar com a greve da categoria.

A decisão foi tomada em uma assembleia realizada na portaria principal da Refinaria Gabriel Passos (Regap).

Desta forma, os petroleiros contrariam o indicativo da Federação Única dos Petroleiros (FUP) que orientava as entidades estaduais a decidirem pelo fim do movimento grevista.

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Na noite dessa quarta-feira (30), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu aumentar de R$ 500 mil para R$ 2 milhões a multa diária pela manutenção da greve que já foi considerada ilegal pelo TST. 

A categoria volta a se reunir em assembleia nesta sexta-feira (1), quando os petroleiros irão deliberar sobre a greve a partir das 7h30 na portaria da Regap.

Logo após, a partir das 8h30, a Comissão de Trabalho e Previdência Social da Assembleia Legislativa realizam uma audiência pública no mesmo local.

Manisfestantes pedem renúncia de Temer

Enquanto os petroleiros permanecem reunidos em assembleia, aproximadamente 100 pessoas, pedindo a renúncia do presidente Michel Temer fazem um protesto na praça que fica localizada na portaria da Regap.


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