A Operação Preço Justo, da Polícia Civil, faz, na tarde desta sexta-feira, uma fiscalização em estabelecimentos comerciais do Mercado Central, em Belo Horizonte. O objetivo é orientar, fiscalizar e coibir preços abusivos durante o reabastecimento de alimentos e de outros produtos após a greve dos caminhoneiros.

A Operação Preço Justo ocorre em todo o Estado de Minas Gerais. Na região metropolitana, 50 homens participam da ação. Desde o dia 24 de maio, mais de mil estabelecimentos em todo o Estado já foram fiscalizados.

A operação começou verificando postos de combustíveis e, depois, se estendeu para outros estabelecimentos. Apenas na quinta-feira, 25 supermercados foram fiscalizados na região metropolitana. Em Minas, três comerciantes foram detidos por cometer o delito e agora vão responder na Justiça por crime contra a economia popular.

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Havendo a constatação de crime contra o consumidor em Belo Horizonte, o responsável pelo comércio será conduzido à Delegacia Móvel para que sejam tomadas as medidas previstas na legislação.

Segundo o delegado Matheus Cobucci, o operação tem caráter pedagógico. Ele contou que muitos lojistas que tinha aumentado os preços das mercadorias, mas que não chegaram a ser abusivos, baixaram os valores após a orientação da polícia. Ele disse que a ideia é tranquilizar a população depois da alta nos preços em decorrência da greve dos caminhoneiros. “A ação é mais preventiva do que ofensiva”, afirmou.


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