Um família moradora de Tupaciguara pede ajuda para conseguir liberação do corpo de um parente que morreu por volta de 17h do dia 31 de maio, na fazenda onde morava. Filho, irmãos e parentes de Valdemar Barbosa, o Mardola, só queriam o direito de fazer o enterro com dignidade, mas dizem ter enfrentado “muitas dificuldades, horas de espera e até ofensas”.

A morte aconteceu na zona rural de Tupaciguara. De acordo com a família, o trabalhador rural sentiu um mal súbito e morreu com um infarto agudo do miocárdio. Começava ali o drama. Ao procurar os médicos na Policlínica da cidade, eles dizem ter enfrentado muita burocracia e má vontade.

“Eles não atestaram o óbito e disseram que a gente ia ter que buscar o corpo em carro particular. O homem teria ainda que ser levado para Araguari e depois retornar para Tupaciguara. Ainda a documentação só seria liberada em Monte Alegre de Minas.”

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Com a chegada da equipe do Chumbo Grosso, providências foram tomadas de uma maneira mais direta. De toda forma o descaso absoluto. Boletins de Ocorrência foram registrados. A família está indignada. O funcionário da funerária disse ter sido agredido por um dos médicos.

Veja na reportagem de André Silva


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