O governador Fernando Pimentel confirmou na tarde desta terça-feira (5) que os cerca de 50 ônibus incendiamos no Estado desde domingo tem relação com uma facção criminosa. O chefe do Executivo, porém, não confirmou se essa facção se trata do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Polícia Militar intensificou as ações no Triângulo Mineiro e no Sul de Minas. Os militares estão inclusive realizando viagens “camuflados” dentro dos coletivos. As ações em outras regiões do Estado ainda não têm relação comprovada com os grupos. As forças de segurança de Minas, que contam com o apoio da Polícia Federal, estão coordenando ações para frear os ataques. Para o governador, a questão é que os presos não estão “satisfeitos” com a maneira com que a Lei de Execução Penal é aplicada em Minas. Pimentel enfatizou que a lei é cumprida com rigor nos presídios.

Uma suposta mensagem de um dos presídios, localizado em Patrocínio, indica o descontentamento dos membros da facção com a presença de bloqueador de sinal para celulares. “Nós estamos pagando o preço por nossos presídios serem mais rigorosos”, afirmou o governador.
 

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