Um dia depois de ter sido acusado de ameaçar com uma arma um empresário por causa de uma briga pela propriedade de um terreno, o advogado Marcos Wagner Figueiredo afirmou que apenas reagiu a uma agressão que teria sofrido.

O caso foi parar na polícia depois que o advogado foi ao terreno em Contagem, na região metropolitana – o qual alega ser dono – com outras seis pessoas para retirar a cerca instalada pelo empresário Vilson Ferreira, que também alega ser o proprietário do local. A Polícia Militar foi acionada, e os envolvidos prestaram depoimento na delegacia. A ameaça teria acontecido quando eles deixaram a unidade policial.

Figueiredo é acusado  pelo empresário de ter voltado ao terreno e sacado uma arma durante a discussão com a mulher do empresário. O advogado, que é membro da comissão imobiliária da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), diz que voltou ao local para buscar seu veículo e materiais de construção que haviam ficado no local. “Fui agredido com palavras de baixo calão por um rapaz e por uma senhora, quem creio ser a mulher do senhor Vilson”, disse Figueiredo, que procurou a reportagem.

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O advogado alegou que, em nenhum momento, começou as agressões e que “fez uso dos meios necessários e de força moderada para repelir a injusta agressão”. Perguntado se estava armado quando foi ao terreno, o advogado disse que as informações necessárias já haviam sido passadas à reportagem.

Outro lado

A família do empresário Vilson Ferreira foi procurada na noite desta quinta-feira e disse que uma audiência sobre o caso já foi marcada pela Justiça, porém a data não foi informada.O empresário e seus parentes disseram que preferem não comentar mais sobre o assunto.


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