Profissionais de programas de prevenção à criminalidade entram em greve

Cerca de 300 pessoas que prestam serviços para programas de prevenção à criminalidade do Estado iniciam nesta quarta-feira uma greve. A paralisação acontece porque os trabalhadores não receberam os salários relativos ao mês de maio. Devem ser afetados quatro projetos: Fica Vivo!, Mediação de Conflitos, Central de Acompanhamento de Alternativas Penais (Ceapa) e o Programa de Inclusão Social de Egressos do Sistema Prisional (PrEsp).

De acordo com o Sindicato dos Empregados em Instituições Beneficentes, Religiosas e Filantrópicas do Estado de Minas Gerais (Sindibref-MG), os funcionários atuam no Instituto Elo, que presta serviço nos projetos de prevenção por meio de um Termo de Parceria firmado com o Estado. A expectativa do sindicato é que a greve permaneça até “que todas as obrigações trabalhistas sejam cumpridas”.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) informou que “não houve recente repasse para o Instituto Elo”. Conforme a pasta, o motivo é a dificuldade financeira que o governo de Minas vem enfrentando.

A Sesp não informou, porém, uma previsão para que a situação seja normalizada nem o valor do montante que não foi entregue ao Instituto Elo.

A secretaria garantiu que vai continuar com todos os Centros de Prevenção à Criminalidade e Centrais de Alternativas Penais abertos em todo o Estado com profissionais da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e com o Corpo Técnico da pasta.

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