Centenas de servidores públicos do Estado participam na manhã desta quinta-feira (12), na porta do prédio Gerais da Cidade Administrativa, de uma manifestação contra a suspensão do reajuste do auxílio-refeição e também pedindo o fim do parcelamento dos salários.

Reunidos na esplanada, eles fazem um buzinaço e convocam outros servidores, que trabalham nos prédios da Cidade Administrativa, a participarem do ato.

Segundo a diretora do Sindicato dos Trabalhadores Públicos do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG), Inês Soares, participam do protesto servidores de diversas secretarias e outros setores do governo. 

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“São servidores de Belo Horizonte e de várias cidades de Minas. Viemos em vários ônibus e aqueles que já trabalham aqui também estão participando. É uma situação absurda suspender o reajuste. Tem servidor que só ganha um pouco mais que o salário mínimo e precisa muito desse auxílio para poder se alimentar. Sem contar que estamos todos prejudicados com o escalonamento do salários feito pelo governo”, comenta.

De acordo com o sindicato, hoje cerca de 15 mil servidores recebem R$ 20 de auxílio refeição. O reajuste prometido pelo governo no dia 29 de junho seria de R$ 27. 

“Desde 2013 que não temos nenhum reajuste, nenhum benefício. Solicitamos uma reunião com o governo na semana passada e não recebemos nenhuma resposta. Por isso viemos aqui fazer esse protesto hoje”, explica a diretora do sindicato.

A reportagem de O TEMPO tenta contato na manhã desta quinta com a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) para saber a posição do governo sobre o caso.

Atualizada às 11h59.


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