Em debate na Record TV, candidatos atacam Jair Bolsonaro

No debate de presidenciáveis na Record TV, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) foi o principal alvo. Bolsonaro não participou do debate na noite deste domingo (30) —sua assessoria afirmou que o candidato se recupera do ataque que sofreu em Minas Gerais, quando recebeu uma facada.

Ciro Gomes (PDT) deu o início aos ataques ao questionar a opinião de Marina Silva (Rede) sobre “a frase assustadora de Jair Bolsonaro” em “não reconhece o resultado das eleições”. A candidata da Rede disparou “tem atitude antidemocrática, desrespeita as mulheres, índios, negros, a população brasileira” e, com essa frase, “desrespeita o jogo democrático”.

Ciro também demonstrou estar em linha com a resposta de Marina: “estamos assistindo todos os dias declarações anti-povo, anti-pobre. É preciso ouvir a palavra da Marina e de muitos outros. O Brasil não aguenta mais essa radicalização odienta”.

Henrique Meirelles (MDB) também fez críticas ao candidato Bolsonaro —”nenhum país democrático tem um presidente como o candidato do PSL”, disparou.

Geraldo Alckmin (PSDB) repetiu as críticas que vem realizando diáriamente a Bolsonaro na tv.

Com uma rejeição de 46% —segundo pesquisa do Datafolha, publicada na última sexta-feira (28)—, Jair Bolsonaro enfrenta um cenário difícil no segundo turno das eleições.

No sábado (29), um grande movimento de mulher —#elenão— tomou conta de várias cidades do Brasil. Segundo o G1, 114 cidades em 10 estados tiveram manifestações contrárias a Bolsonaro.

Assista ao debate:

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O Itamaraty concluiu que o comércio bilateral, pautado pelos compromissos de ambos países na Organização Mundial do Comércio (OMC), tem se caracterizado nos últimos anos por sucessivos superávits dos EUA. Já o secretário do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), Abrão Árabe Neto, declarou que é preciso "entender mais em detalhes qual o contexto e o teor das preocupações externadas pelos EUA". "De maneira geral, temos uma relação comercial muito positiva com os Estados Unidos. É nosso segundo principal parceiro comercial, temos comércio com perfil muito complementar e estratégico de trocas comerciais. E observamos nos últimos anos um fortalecimento desse comércio", acrescentou. Segundo o secretário, os Estados Unidos registraram um superávit de 90 bilhões de dólares no comércio bilateral de bens na última década, que chega a 250 bilhões caso sejam incluídos bens e serviços. Os Estados Unidos são o segundo principal parceiro comercial do Brasil depois da China. O Brasil teve um superávit de US$ 2,026 bilhões de dólares em suas trocas comerciais com os Estados Unidos em 2017, com exportações de US$ 26,872 bilhões e importações de US$ 24,846 bilhões, de acordo com dados do MDIC.

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