A atriz concedeu entrevista ao Fantástico, em que relatou diversas agressões pelo marido TV Globo / Reprodução
A atriz concedeu entrevista ao Fantástico, em que relatou diversas agressões pelo marido
TV Globo / Reprodução

A atriz Cristiane Machado gravou as agressões que sofreu do marido, o empresário Sergio Schiller Thompson-Flores, com câmeras escondidas em sua casa no Rio de Janeiro. Cristiane começou a registrar os episódios em agosto. Uma reportagem veiculada neste domingo (18), no Fantástico, mostrou cenas gravadas pela atriz, que participou de diversas novelas da Globo.

Cristiane denunciou o marido à Delegacia da Mulher, e ele teve prisão preventiva decretada, mas está foragido.
Nas imagens, Thompson-Flores aparece empurrando, batendo e tentando enforcar a mulher com um fio de telefone dentro do quarto do casal. Os vídeos foram feitos em 31 de agosto.

Cristiane também tem gravações de celular em que o empresário ameaça ela e sua família. No áudio, é possível ouvir o empresário ameaçando-a: “Eu te mato! Eu te mato! Pode acontecer o que for comigo, mas eu te mato! Morre a tua família inteira!”.
Cristiane afirmou à reportagem que teme pela própria vida e que denunciou o marido à Delegacia da Mulher. Ela contou que foi decretada a prisão preventiva de Thompson-Flores e agora ele está foragido. A defesa do empresário nega as acusações, alega que Cristiane editou as imagens apresentadas e diz que ela está agindo por interesse financeiro. Antes da reportagem ir ao ar, a produção do Fantástico recebeu liminar que impedia a divulgação de informações sobre o inquérito que foi aberto após a denúncia de Cristiane à Polícia.

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O casal se conheceu em março de 2017 e realizou o casamento no civil em novembro do mesmo ano, cinco meses antes da cerimônia no religioso. Entre as duas cerimônias, Cristiane já havia sofrido agressões do marido, mas, após ele se desculpar, acabou perdoando o empresário.

Ela relatou na reportagem que, no início, Thompson-Flores era muito amoroso e cuidadoso. “Começa muito sutil, com um empurrão, ou às vezes, uma palavra de grosseria (…) Aí um dia ele chegou nervoso do trabalho, estressado, eu perguntei por que ele tava estressado e ele falou: ‘Não quero falar com você’. E aí me deu o primeiro empurrão. O primeiro tapa na cara”.


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