Com índice crescente de DST entre lésbicas, camisinha feminina pode minimizar a proleferação

ATENÇÃO, ESTE CONTEÚDO É DESTINADO À MAIORES DE 18 ANOS

Uma recente entrevista feita pelo Tudo Em Dia com especialista em saúde Pública Sandra Barbosa, apontou que muitas pessoas acreditam que o sexo lésbico não apresenta riscos de contração de doenças sexualmente transmissíveis —DST.

Durante uma campanha de incetivo ao teste rápido de HIV, realizado em novembro de 2018, Sandra Barbosa foi categórica em afirmar que o “sexo entre mulheres transmite sim [o vírus HIV], por que tem contato, tem troca de fluídos (…) e o vírus está nestes fluídos”.

O sexo entre mulheres lésbicas ainda recebe pouca importância do governo e da indústria farmacêutica.

Uma das formas de prevenção das DST é o uso da camisinha feminina. Ela é a mesma camisinha para lésbicas.

Camisinha feminina (foto: reprodução)
Camisinha feminina (foto: reprodução)

Os acessórios eróticos como pênis de borracha também podem apresentar risco de compartilhamento de doenças entre as parcerias lésbicas. O ideal é que haja a proteção deste tipo de acessório com camisinha masculina.

Como as mulheres lésbicas podem se proteger durante o sexo oral?

Até o momento não existe um produto à venda no mercado para a proteção no sexo oral, seja para relações heterossexuais ou homossexuais.

No caso das lésbicas, o uso da camisinha feminina pode ser adaptada. Para proteger a mucosa da vulva e da boca no momento do sexo oral, a camisinha feminina pode ser rasgada para criar uma superfície plana, como se fosse uma “folha” de látex. Essa medida protege a região durante o estímulo do clitóris com a boca.

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