Tragédias ambientais relacionadas ao criminoso governo do PT em Minas Gerais

EDITORIAL

Região de Mariana – MG, 06/11/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante sobrevoo das áreas atingidas pelo rompimento das Barragens Fundão e Santarém. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O criminoso governo do PT no Brasil e em Minas Gerais tem relação direta com as tragédias ambientais no Estado. O recente rompimento da barragem 1 do complexo da ‘Mina do Feijão’ em Brumadinho — ocorrido na última sexta-feira (25)— já deixou 61 mortos e mais de 300 desaparecidos. O número de mortos deve aumentar nos próximos dias.

O desastre em Brumadinho aconteceu pouco mais de três anos depois do rompimento da barragem do ‘Fundão’, em Mariana, até então considerado o maior crime ambiental da história do país.

Sem nenhum aprendizado durante a tragédia em Mariana — ocorrida em 05 de novembro de 2015— o então governador Fernando Pimentel — do Partido dos Trabalhadores (PT)— não aumentou a fiscalização às barragens da mineradoras.

A ineficiente presidente Dilma Rousseff — também do PT— só visitou a cidade uma semana depois da tragédia, em 12 de novembro. O governador Fernando Pimentel foi criticado em 2015 por ceder coletiva de imprensa no dia 8 de novembro na sede da Samarco, a empresa responsável pelas barragens que romperam.

A Vale — mineradora responsável pela barragem de Brumadinho e co-responsável pela barragem de Fundão em Mariana— é, sem dúvidas, a grande responsável pela tragédia em Brumadinho.

As empresas mineradoras impediram, em ao menos duas ocasiões, a aprovação de projetos de lei que tornariam mais rígidas as normas para exploração, de acordo com o deputado estadual João Vítor Xavier (PSDB), presidente da Comissão de Minas e Energia da Assembleia de Minas Gerais (ALMG).

Em julho do ano passado, a comissão rejeitou um texto que havia sido considerado ideal pelo Ministério Público, pelo Ibama, por mais de 50 ONGs e pelo corpo técnico da ALMG. A proposta contou ainda com a participação dos autores do projeto “Mar de Lama Nunca Mais”, iniciativa popular que reuniu mais de 50 mil assinaturas depois da tragédia.

“Foi barrado por pressão das mineradoras, tenho certeza absoluta”, disse Xavier. “Elas preferem aumentar a margem de lucro a aumentar a margem de segurança”, completou.

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