Limpeza é realizada na antiga ‘chácara do balaieiro’ em Capinópolis

Maquinário do Município de Capinópolis efetuou a limpeza da área (Foto: Ascom)
Maquinário do Município de Capinópolis efetuou a limpeza da área (Foto: Ascom)

A Secretaria de Obras realizou, nesta semana, o trabalho de limpeza do terreno recentemente adquirido pelo Município de Capinópolis.

O local era conhecido como ‘chácara do balaieiro’, onde em 2015 acumulou água da chuva danificando residências. O município adquiriu a área, demoliu as casas ali existentes por se tratar de um local de risco e agora promove a limpeza do terreno para evitar transtornos com a chegada das chuvas que está próxima.

Relembre: Enxurrada de água e lama invade casas na “Chácara do Balaieiro” em Capinópolis

Moradores da “Chácara Balaieiros” limpam a lama trazida pela enchente / Foto: Paulo Braga
Moradores da “Chácara Balaieiros” limpam a lama trazida pela enchente / Foto: Paulo Braga

A chuva teve início por volta das 23h00 de quarta-feira (18) de novembro de 2015 e durou cerca de duas horas. Segundo apurado pelo Tudo Em Dia à época, chovendo entre 150mm e 200mm. O quase seco córrego que passa ao lado do bairro Wagner de Paula e da chácara, transbordou e as manilhas que escoam a água até o córrego Olaria não tiveram vasão suficiente. A enxurrada de água e lama invadiu quatro residências na localidade.

Os moradores afirmaram à época que o problema da inundação era antigo e vem desde governos passados, mas a situação piorou depois do início do loteamento do bairro Barbosa II.

Após reportagem do jornal, algumas famílias foram removidas do local.

No final de 2017 e início de 2018, a situação dramática dos moradores se repetiu. Uma grande quantidade de água se acumulou no local e acabou invadindo as casas das famílias remanescentes do local.

Foto em novembro de 2017 (Arquivo: Tudo Em Dia)
Foto em novembro de 2017 (Arquivo: Tudo Em Dia)
Foto em novembro de 2017 (Arquivo: Tudo Em Dia)
Foto em novembro de 2017 (Arquivo: Tudo Em Dia)

Aquisição da área

Inicialmente providenciou-se um laudo de avaliação por uma comissão formada para esse fim, definindo o valor de R$60 mil reais para a desapropriação, o que foi aceito pelo espólio de Edvaldo dos Santos. O pagamento do valor foi depositado na conta de  cada um dos seis herdeiros.


Projeto ‘Eleitor do Futuro’ movimenta escolas em Capinópolis

Praças ganham iluminação de Led em Ipiaçu