Pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos saltam para máxima

olicitações iniciais saltaram em 70 mil para 281 mil

O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego subiu para uma máxima de dois anos e meio na semana passada, quando empresas do setor de serviços demitiram trabalhadores devido à pandemia de coronavírus que interrompeu a atividade econômica.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego dos EUA saltaram em 70 mil, para 281 mil com ajuste sazonal na semana encerrada em 14 de março, o nível mais alto desde setembro de 2017, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (19). Os dados da semana anterior não foram revisados.

Economistas consultados pela Reuters previam que as reivindicações aumentariam para 220 mil na última semana. O Departamento do Trabalho atribuiu o salto nas reivindicações à doença respiratória causada pelo coronavírus.

“Vários estados citaram especificamente demissões relacionadas à doença, enquanto muitos estados relataram aumento de demissões em setores relacionados a serviços em geral e nos segmentos de alojamento e serviços de alimentação especificamente, bem como no setor de transporte e armazenagem, independentemente de o Covid-19 ter sido identificado diretamente ou não”, afirmou o departamento.

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