MP de Rondônia apura fraude no tratamento da covid-19

Digiqole Ad

O Ministério Público de Rondônia informou hoje (26) que está apurando a suposta fraude na divulgação do número de leitos para tratamento da covid-19 no estado. Em nota, o órgão disse que a discrepância nos dados pode ter ocorrido para “evitar que o estado regredisse de fase” no plano de enfrentamento à pandemia. 

De acordo com a avaliação preliminar do MP, a suspeita é de adulteração nos relatórios diários que foram divulgados nos dias 6 e 8 deste mês pelos órgãos locais. Segundo o MP, teriam sido inseridos na contagem leitos que não estavam disponíveis por falta de médicos. Os fatos serão investigados por meio de um inquérito civil público. 

“A conduta fez com que a capital regredisse da fase 3 para a fase 2, enquanto que, se tivessem sido utilizados dados reais, haveria retrocesso direto para a fase 1, que é a mais restritiva. Tal prática foi aplicada em outra ocasião, quando, apesar de haver leitos disponíveis em relatório, inexplicavelmente, mais de 30 pacientes aguardavam em fila por UTI no estado”, afirma o MP. 

A Agência Brasil tenta contato com o governo do estado.

Veja também:

Apoio:

Alexandre Santos Gomes advogado em Capinópolis

Leia também

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

MP de Rondônia apura fraude no tratamento da covid-19

Digiqole Ad

O Ministério Público de Rondônia informou hoje (26) que está apurando a suposta fraude na divulgação do número de leitos para tratamento da covid-19 no estado. Em nota, o órgão disse que a discrepância nos dados pode ter ocorrido para “evitar que o estado regredisse de fase” no plano de enfrentamento à pandemia. 

De acordo com a avaliação preliminar do MP, a suspeita é de adulteração nos relatórios diários que foram divulgados nos dias 6 e 8 deste mês pelos órgãos locais. Segundo o MP, teriam sido inseridos na contagem leitos que não estavam disponíveis por falta de médicos. Os fatos serão investigados por meio de um inquérito civil público. 

“A conduta fez com que a capital regredisse da fase 3 para a fase 2, enquanto que, se tivessem sido utilizados dados reais, haveria retrocesso direto para a fase 1, que é a mais restritiva. Tal prática foi aplicada em outra ocasião, quando, apesar de haver leitos disponíveis em relatório, inexplicavelmente, mais de 30 pacientes aguardavam em fila por UTI no estado”, afirma o MP. 

A Agência Brasil tenta contato com o governo do estado.

Veja também:

Apoio:

Alexandre Santos Gomes advogado em Capinópolis

Leia também

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Bloqueador de Publicidade

Detectamos um bloqueador de publicidade no seu navegador. Por gentileza, apoie o jornalismo independente brasileiro

Refresh

error: A cópia do conteúdo do Tudo Em Dia é proibida