Após denúncia, diretor do Hospital Hélio Angotti fala na Câmara de Ituiutaba sobre convênio

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Diretor técnico do Hospital Hélio Angotti, Felipe Toledo | Foto: Reprodução/Youtube
Diretor técnico do Hospital Hélio Angotti, Felipe Toledo | Foto: Reprodução/Youtube

Ituiutaba, Minas Gerais. O diretor técnico do Hospital Dr. Hélio Angotti (HHA), Felipe Toledo, esteve na Câmara Municipal de Ituiutaba na terça-feira (29.jun.2021) para esclarecer as questões sobre o convênio do hospital, localizado em Uberaba, com a Prefeitura de Ituiutaba para criação de unidade de câncer no município.

A prefeita de Ituiutaba, Leandra Guedes (Avante), indicou, no último sábado (26.jun.2021), possíveis inconformidades no convênio entre a Prefeitura de Ituiutaba e o hospital, que fica em Uberaba, no Triângulo Mineiro. Leandra levou o caso à Justiça. O convênio da prefeitura de Ituiutaba com o Hospital Dr. Hélio Angotti foi firmado em 2019.

Entre os questionamentos estavam dúvidas sobre o recurso da emenda parlamentar no valor de R$ 600 mil e sobre uma possível movimentação do dinheiro para outra conta. Na ocasião, o diretor explicou que o valor de fato foi transferido devido a alguns bloqueios.

Segundo Leandra Guedes, o valor de R$600 mil foi repassado ao Hospital Hélio Angotti, porém, ela afirmou que não houve prestação de contas.

Os parlamentares do Legislativo Tijucano querem a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Assista à reunião com a participação de Felipe Toledo na íntegra

Diante da situação, o direto afirmou que o hospital tem que entrar com processo para recuperar o crédito, “mostrando que o dinheiro pertence à Saúde e que é vinculado ao convênio, para depois o juiz liberar ou não esse recurso”.

“Quando há o depósito e vai haver saldo positivo em conta, retira-se o cheque administrativo e guarda-se em tesouraria. Dessa forma não aparece para o BanCenJud, que é o sistema do Banco Central que a Justiça do Trabalho acessa para poder executar os seus créditos, e com isso a gente não tem o risco dos projetos serem bloqueados”, completou.

Ele ainda revelou que fizeram o mesmo com o convênio do Estado. “Não é a transferência, é a retirada de um cheque administrativo”.

Além dessa questão, ele ainda contou que já existe uma prestação de contas parcial com os gastos efetuados e se colocou à disposição tanto para seguir com o convênio, quanto para fazer a devolução do valor.

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Alexandre Santos Gomes advogado em Capinópolis

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