BH suspende vacinação de grávidas com mais de 40 anos sem comorbidades nesta 4ª

Executivo informou, em nota à imprensa, que segue orientações do Ministério da Saúde
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A prefeitura de Belo Horizonte não vai aplicar vacinas contra Covid-19 em gestantes e puérperas acima de 40 anos sem comorbidades nesta quarta-feira (12), quando a inoculação ao grupo estava programada. Executivo informou, em nota à imprensa, que segue orientações do Ministério da Saúde

“Conforme cronograma anteriormente divulgado pela Prefeitura, podem se vacinar, no momento, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) com comorbidades a partir de 18 anos completos até 31 de maio. Para se vacinar, é necessário ter preenchido o cadastro no portal até o dia 3 de maio, até 23h59”, diz o texto.

Pessoas com comorbidade com idade entre 52 anos e 50 anos completos até 31 de maio de 2020 continua normalmente. Apesar de Belo Horizonte ter planejado imunizar o grupo de grávidas e puérperas com a vacina da farmacêutica estadunidense Pfizer, a prefeitura ressaltou à reportagem que a orientação do governo federal é de suspensão da administração de todas as vacinas. 

Suspensão no Brasil

Vários Estados brasileiros anunciaram nesta terça-feira (11) a suspensão da imunização de gestantes com a vacina da AstraZeneca contra a Covid-19, seguindo uma recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após “evento adverso” investigado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a “Folha de São Paulo”, a pasta investiga a morte de uma mulher no Rio de Janeiro, vacinada com este fármaco. 

A suspensão ocorre em um momento em que vários países europeus restringiam a aplicação do imunizante da AstraZeneca a pessoas abaixo de certas idades, devido à rara ocorrência de coágulos sanguíneos entre milhões de vacinados. Essas decisões minaram a confiança da população mundial nessa vacina.

No Brasil, a Anvisa recomendou “a suspensão imediata do uso da vacina anglo-sueca” em gestantes, argumentando que sua aplicação neste grupo não está prevista na bula do medicamento.  “A orientação é resultado da vigilância constante dos eventos adversos nas vacinas anticovid que são usadas no país”, informou a Anvisa em seu comunicado, sem dar detalhes sobre o caso em investigação. (Com AFP)

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Apoio:

Alexandre Santos Gomes advogado em Capinópolis

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