| Resumo desta matéria: Em um movimento favorável para as economias emergentes, o dólar encerrou em queda nesta segunda-feira, 6 de outubro, após a conversa telefônica entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. A cotação do dólar comercial terminou a R$ 5,311, uma retração de 0,47%. Durante o dia, o valor chegou a R$ 5,30. Apesar dessa movimentação, o índice Ibovespa apresentou queda de 0,41%, refletindo o movimento de realização de lucros dos investidores. O cenário global, com a desvalorização do iene japonês e a alta do petróleo, contribuiu para a valorização das moedas emergentes como a brasileira. |
O dólar comercial caiu para R$ 5,311 nesta segunda-feira, 6 de outubro, após uma conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. A moeda estadunidense recuou R$ 0,025, ou 0,47%. O dia começou com a cotação em R$ 5,35, mas houve queda logo nas primeiras horas de negociação.
Na mínima do dia, o dólar chegou a R$ 5,30. Com essa baixa, a moeda acumula uma queda de 14,08% em 2025. O euro também recuou, encerrando a R$ 6,21, o menor valor desde 3 de abril.
Impactos no Mercado de Ações
No entanto, o mercado de ações não acompanhou a euforia do câmbio. O índice Ibovespa da B3 fechou aos 143.608 pontos, com uma queda de 0,41%. Investidores estão realizando lucros, vendendo ações após o indicador ter superado os 146 mil pontos na última semana.
Além da conversa entre Lula e Trump, a queda do dólar se deu em um contexto favorável. A desvalorização do iene japonês beneficia moedas de países emergentes. A alta do preço do petróleo também favorece nações exportadoras de commodities, como o Brasil.
Para os mineiros, essa movimentação no câmbio pode trazer benefícios, especialmente nas importações e no mercado de trabalho, onde o fortalecimento do real pode impactar preços.