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COMPARTILHAMENTO – Um novo canal de compartilhamento de conhecimento experiências foi criado pelo Jornal Tudo em Dia.

Para participar e compartilhar suas histórias, basta digitar seus dados e seu texto logo abaixo. Milhares de pessoas irão conhecer, imaginar, formar opinião sobre o assunto e interagir.

Para que a “essência” do canal seja mantida, as histórias devem ser reais, levando o leitor a conhecer o seu “mundo”.

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7 Comments

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  1. quero aqui solicitar a ajuda deste jornal, ou escritor pra localizar um tio meu e meus primos.ai da cidade de Capinópolis.O nome dele é Antonio Magalhães Pereira, a sua irmã Cecilia pereira filha,já esta com 8o anos e em agosto ela vai fazer aniversário e nós os filho queria dar este presente pra ela.segundo o endereço da casa dele e rua bahia sem número em frente ao colégio desta cidade.O genro mora na cidade de nova xavantina M.t Fabricio OLIVEIRA SILVA, minha prima Nilza.fone pra contato (67 9212.O172 E 92OO.6315.CASA DA MINHA MÃE (67 33555921 CAMPO GRANDE M.S NO AJUDE POR FAVOR.

  2. Olá, bom dia. Sou escritor que há 34 anos venho atuando como biógrafo. Conheci esse projeto e me identifiquei muito com ele, já que tem por objetivo resgatar histórias reais e muito emocionantes, evitando que caiam na vala comum do esquecimento, que seria uma grande pena. Gostaria de produzir um livro com essas “caminhadas” e assim preservá-las e compartilhá-las da melhor forma. O meu site é http://www.vidaescrita.com.br e estou à disposição para trocarmos ideias a respeito. Abraços, obrigado e até breve!

  3. meu meu nome; e vanderlei silva,procuro por tres irmao;que nunca os vi sao irmaos ,de um primeiro casamento historias contantas pelo meu falecido pai ,e que a ultima vez que viu os seu filho,nickson kendy ele estava com 4 anos de idade,sao tres irmaos;nickson kendy luiz da silva,euvania luiz da silva,milvania luiz da silva todos filhos de manoel luiz da silva e maria aparecida pereira da silva,ele nascido em patos de minas mg,e ela nascida em santa juliana mg,eu queria muito a ajuda de vcs para localizar estas pessoas divulgando e entrando em contato comigo caso surja alguma pista favor entrar em contato;pelos telefones;061 91817724 tim ou 061 91321548 eles foram vistos em ituiutaba ha muitos anos,obrigado aguardo contato.moro em brasilia df.

  4. Puxa vida me fez lembrar esse caso cravado na memória ,me lembro bem dos medos ,boatos e desespero de alguns cada minuto era um fato novo todos em volta do rádio familiares desesperados imagino que deveria ter ligações com os locais anunciados , na época a vizinhança era muito ligada trocavam alimentos histórias conhecimentos de uma forma que hoje já se foi todos paravam para um dedo de prosa e trocas de informações todos falavam baixo para as crianças não ouvirem o que era pior porque aí ficava por conta da imaginação infantil ,eu imaginava um monstro enorme com cabeça e braços enormes pés sangrentos correndo pelo pasto e um tanto de gente cachorros e policiais correndo atrás dele e que de vez em quando ele parava e matava uns tantos e corria novamente kkk era um terror na minha imaginação e dos meus irmãos que ficávamos juntinhos e encolhidos e fui testemunha tb quando da captura a desolação e desconfiança de todos das dúvidas da veracidade dos fatos e da autoria de tamanhas atrocidades que aquele pequenino cometera .Ficamos na maior curiosidade e vimos escondidos dos adultos a foto no jornal foi a primeira vez que tive com a interiorização da mentira achei tudo uma farça ee até hoje duvido que tenha sido ele kkkkkk.o que tirei de tudo isso é que o boato pode causar grandes danos e que não importa o tamanho ou a proporção das pesoas todos podem causar grandes danos .

  5. “O diabo está lá fora”
    Orlando Sabino trouxe o terror para o Triângulo Mineiro em forma de morte. Sua aparição marca o fim da inocência naquelas terras que ainda guardavam a ingenuidade da vida no campo, carregada de superstições e mitos. O diabo está lá fora recria essa atmosfera inocente e evidencia o contraste que havia entre o interior e a capital dos Anos de Chumbo. A história dentro da história contada neste livro é uma ficção que revela a essência das pessoas da época e seu cotidiano com riqueza de detalhes. O perfil do “Monstro de Capinópolis” ou “Matador do Triângulo”, como ficou conhecido, é uma conjectura a partir dos relatos que envolveram o caso. Com capítulos curtos e uma dinâmica típica de roteiro de cinema, a leitura deste livro vai prendê-lo do início a um surpreendente final de uma trama envolvente em que personagens fictícios se misturam à realidade. Baseado na história real de Orlando Sabino – O matador do triângulo.
    FONTE: http://www.carlosferreirajf.blogspot.com

  6. HISTÓRIA SOBRE ORLANDO SABINO – O MONSTRO DE CAPINÓPOLIS

    Nos idos de 1972, o mês não me lembro. Num domingo à tarde chegou uma pessoa na minha casa contando que um “HOMEM MAU” havia matado um rapaz próximo à cidade de Canápolis. Na segunda feira chegou a noticia que a dona Inez (amiga da minha mãe) teria sido assassinada pelo tal indivíduo na Fazenda Pirapitinga no mesmo município. Um filho da vítima viu o criminoso de costas puxando-a pelos cabelos… na mesma semana o tal HOMEM MAU foi visto correndo na fazenda Grama ja municipio de Capinópolis onde deixou uma botina e um punhal com a ponta torta. Passando próximo à nossa casa, no dia seguinte soubemos da morte de um casal de idosos e posteriormente a morte de 19 (se não me engano) bezerros numa fazenda proximo à cidade de Capinópolis. Onde eu morava a vizinhança (cerca de 15 famílias) se dirigiam para Capinópolis no final da tarde temendo a chegado do “homem” em suas casas à noite. Meu pai não seguia o exemplo temendo chegar no dia seguinte e o individuo estar dentro da nossa casa. Nunca ouvimos tanto rádio (a Difusora AM, lógico) fazia plantões a cada quinze minutos; helicopteros rondavam durante todo o dia. Redatores de revistas como Manchete cobriam “tudo”. Foi uma verdadeira onda de terror sem contar nos casos hilários que aproveitavam a ocasião. Um vizinho nosso, o Jaime, raquítico, portador de uma anemia aguda, voltava de Capinopolis quando se deparou com muitos trabalhadores colhendo arroz, subiu num poste da cerca e gritou: “Eu sou o homem mau”, segundo o Jaime, não ficou um trabalhador para ver que era brincadeira. Essa era uma das menores. Tempos idos…

  7. A poucos dias atrás fiz um relato da minha vivencia, que postei no Museu da Pessoa, sobre o que vi e ouvi sobre Orlando Sabino.

    Orlando Sabino – O monstro de Capinópolis ?

    Em 1972, no mês de março, completei 15 anos de idade, foi o primeiro ano que estudei no período noturno, fiquei feliz, pois teria todo o dia disponível, não mais precisaria acordar cedo para ir à escola. Nesta época morava em Capinópolis, MG., cidade que fica no pontal do triângulo mineiro, cidade pequena, pacata, onde quase não se tinha noticia de violência. Porém, no início daquele ano, começamos a ouvir sobre alguém que estava matando pessoas e animais, com requinte de crueldade, na região de Centralina/ Canápolis, cidades que ficam perto de Capinópolis, e que o assassino estava se dirigindo a nossa região, no início ouvíamos apenas rumores, comentários, porém com o passar dos dias os boatos e os comentários foram aumentando, o cruel assassino estava chegando a nossa região, começou a haver alvoroço na população, passamos a ver e a ouvir sobre alguns atos violentos em torno de nossa pequena cidade, vou relatar alguns deles, que não estarão em ordem cronológica, como os fatos aconteceram, pois já se passaram mais de 38 anos e a memória pode não ajudar. Um dos fatos, que eu acho que foi o primeiro, foi a matança de bezerros em uma fazenda, que ficava a uns três Km de distancia do centro da cidade, isto fez com que todos passassem a ficar apreensivos, com medo, começou a chegar policiais da Capital, os rumores de mais matança de animais aumentaram, e o terror e histeria generalizada se instalou, ainda mais com a morte brutal de um casal de agricultores, que morava em uma chácara perto da cidade, a polícia passou a procurar o responsável com um aparato que jamais havíamos visto em nossa cidade, com grande quantidade de soldados e armamento, desproporcional aos fatos ocorridos, os boatos passaram a ser intensos, o medo aumentando em uma proporção bem maior aos boatos, em poucos dias a cidade estava bem mais cheia, devido aos agricultores que deixavam suas lavouras e vinham para a cidade com medo, e ao mesmo tempo a cidade ficava vazia, principalmente a noite pois todos tinham medo de sair de casa. Os comentários, os boatos iam a cada dia mais se espalhando. Notícias iam surgindo que o monstro havia sido visto. Um dia eu estava na esquina da Rua 102 com a 99, quando chegou uma guarnição policial, que dizia ter passado a noite inteira na captura do monstro, um policial que estava com uma arma grande, que deveria ser um fuzil, disse a todos que havia visto o monstro cara a cara, e atirou nele, porém as balas no início não saíram, depois quando saíram pegavam no peito do monstro e ricocheteava, a notícia se espalhou como um relâmpago, logo chegou uma noticia que um agricultor havia lutado com ele de facão, muitas pessoas se dirigiram ao local, que ficava em uma fazenda às margens direita da rodovia que dava para Cachoeira Dourada, dei um jeito de pegar uma carona e fui também, chegando lá havia um Senhor todo cheio de si, demonstrando como havia lutado com o monstro com seu facão, fazendo mil estripulias, policia por todo lado, nisto chegou uma equipe de reportagem, chamaram os curiosos que estavam no local, entre elas a molecada, incluindo eu, abriram o porta malas do carro da reportagem e tiraram varias armas, que pareciam umas “lafunchés” velhas que não mais funcionavam, nos entregou e nos pediram para, uns subirem em arvores, outros que ficassem atrás das arvores, outros deitados no chão, todos com as armas em posição de “tiro”, e após o cenário estar montado, passaram a filmar toda a cena, inclusive o valentão que havia lutado com o monstro, que demonstrava toda a sua destreza, agilidade e habilidade com o facão diante das câmeras, dizendo que o monstro era bem alto, rápido como um saci, e que de seus olhos parecia sair fogo, e que quando estava para vencê-lo o mesmo sumiu como fumaça, a noticia correu como vento, o medo com uma velocidade maior. Outro dia disseram que o viram em uma plantação em frente o cemitério, foi um alvoroço, uma multidão correu para o local, todos querendo ver ou pegar o monstro, tinha policiais fortemente armados por todo lado, vasculharam toda a plantação, sem sucesso, os boatos já começaram a surgir no local, uns diziam que achavam que ele tinha virado um cupim, outros diziam que achavam que ele tinha virado um tatu e fugido por um buraco de tatu, outros diziam que achavam que ele tinha fugido montado em um cavalo e que quando a polícia foi atirar nele o mesmo desapareceu como fumaça, mais tarde os comentários mudavam, já diziam que o monstro tinha virado cupim, tatu ou desaparecido como fumaça em cima de um cavalo. Em outra suposta aparição do monstro, foi usado cães, avião de combate de veneno deu vôos rasos a procura do monstro, tudo isto em uma fazenda que ficava em torno de 1 km fora da cidade, na saída para Ituiutaba, novamente se ajuntou uma multidão, a procura novamente sem sucesso, outra vez os boatos surgiram, se tivesse 10 rodas de pessoas, surgiam 10 versões diferentes para o mesmo fato, até que um dia foi anunciado que o terrível monstro tinha sido capturado, e que seria apresentado a população na delegacia da cidade, onde pouco depois se formou uma grande aglomeração, todos queriam vê-lo, logo dei um jeito e fui ver o terrível e temido Monstro, que neste momento já tinha um nome, Orlando Sabino, cheguei ao local onde ele estava exposto à visitação pública, minha expectativa de vê-lo era grande, pois se dizia que era alto, forte, cara de mau, dos olhos saiam fogo, esperto como um saci, mais rápido que o vento, que tinha pacto com o “coisa ruim”, e como nunca tinha visto ou estado perto de um monstro, agora teria a oportunidade de ver um, tinha a certeza que veria um terrível monstro, e quando o vi, decepção, vi apenas um homem franzino, pequeno, o rosto, em relação a idade que diziam ter, era muito estragado pelo tempo, estava muito assustado, como um pequeno animal acuado, com um medo terrível, daqueles olhos que achei que veria sair fogo, o que vi saindo foi um pedido de socorro, como que dizendo “mamãe me ajuda”. Esta foi a minha impressão, a imagem que eu vi e tive de Orlando Sabino, fiquei frustrado, pois não vi um terrível monstro. Tinha visto apenas um pobre coitado, que parecia estar mais assustado que toda a população de nossa cidade.

    A partir da captura de Orlando Sabino e sua transferência, creio que para Belo Horizonte, com o fim da histeria e do medo, começou a surgir muitas dúvidas e perguntas sem respostas, pois apesar de toda a boataria, todo comentário, tínhamos visto e presenciado apenas dois fatos concretos em nossa cidade, a morte dos bezerros e o assassinato de um casal de idoso, que morava em uma pequena fazenda bem próxima a cidade, os demais boatos eram que alguém tinha visto o monstro em determinado local, que o mesmo tinha matado animais de criação para comer, que tinha feito fogo para se aquecer ou cozinhar para se alimentar, porém nada comprovado, e não ficávamos sabendo quem ou de onde se iniciava os boatos, e quanto a justificativa para o fato do mesmo aparecer em diversos lugares diferentes, distantes um do outro, em um tempo que seria impossível para uma pessoa andando a pé percorrer, o que se dizia era que ele tinha parte com o “coisa ruim”, por isto poderia andar na velocidade do vento, desaparecer em uma nuvem de fumaça, boatos que durante o ocorrido não ouvi ninguém questionar, porém após sua captura iniciou-se o questionamento, pois o aparato policial/militar foi muito desproporcional ao que realmente havia ocorrido, as armas e equipamentos usados não era compatível com a simples procura do assassino de um casal de idosos, de uma cidadezinha encravada no pontal do triângulo mineiro, pois com a morte dos bezerros jamais o governo federal ou estadual iria se preocupar, a não ser somente as autoridades policiais local, por isto novos comentários começaram surgiram, inclusive que a policia havia prendido algumas pessoas na região, e que foram levadas da cidade sob sigilo, sem nenhuma divulgação e/ou confirmação das autoridades, por isto ficou em uma parte da população da cidade a pergunta, “quem ou o que teria sido o monstro de Capinópolis? Aquele pobre coitado foi realmente o “MONSTRO DE CAPINÓPOLIS?

    Uberlândia, MG.

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